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Edição de 23 de outubro de 2026

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Revista Pág. 62 · 23 out 2026

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TURISMO

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Oslo, capital da arte escandinava

A revista efe. esteve na capital norueguesa e mostra porque Oslo se consolida como o maior polo cultural e de arquitetura moderna da Escandinávia

Por Johnny Mazzilli

O

Ao lado, Munch Museet, que reúne obra do mais famoso pintor norueguês, Edvard Munch. Abaixo, uma de suas obras mais famosas: O Grito

slo, Estocolmo e Copenhagen, as três capitais escandinavas, têm em comum uma forte tradição artística e arquitetônica, ainda não muito conhecidas pelos viajantes que transitam pelos principais destinos turísticos da Europa, como Portugal, Espanha, França, Itália e Alemanha. A Finlândia, por sua vez, é um país nórdico, mas não faz parte da Escandinávia, uma região que compartilha estreitos laços históricos, linguísticos e políticos. Com uma população de apenas 725 mil habitantes, sua capital é uma cidade pequena, pacata e muito organizada, que vem experimentando uma rápida expansão populacional, causada principalmente pela imigração. Nesse contexto de grande prosperidade – a Noruega é um dos países mais ricos do mundo – surge em Oslo (e em outras cidades norueguesas) uma arquitetura urbana moderna e arrojada, pontuada por monumentos belíssimos, prédios públicos, grandes parques e novos museus. A revista efe. foi até lá conferir. Nossa visita começou pelo maior cartão postal da cidade, o Vigeland, um dos maiores parques europeus e o maior do mundo dedicado à obra de um só artista, Gustav Vigeland. Poucos sabem, mas Vigeland foi o artista responsável pela criação da medalha do Prêmio Nobel. Nascido em uma família de artesãos em uma pequena cidade do sul da Noruega, graças à ajuda moral e financeira de um grande escultor