Justiça

HOMEM É CONDENADO A 16 ANOS DE PRISÃO POR MATAR A COMPANHEIRA ASFIXIADA NO INTERIOR DO MARANHÃO

O conselho de sentença condenou, a 16 anos de prisão, o réu Wláucio Heverton Canuto de Sales, que foi levado… [ ]

6 de junho de 2023

O conselho de sentença condenou, a 16 anos de prisão, o réu Wláucio Heverton Canuto de Sales, que foi levado a júri popular acusado de ter matado Maria Miriam Evangelista Vieira, com quem vivia maritalmente.

Ao final da sessão, foi decidido pela culpabilidade do réu, que recebeu a pena definitiva de 16 anos de reclusão, a ser cumprida, inicialmente, em regime fechado.

O Tribunal do Júri foi realizado no dia 1º de junho, nas dependências da Câmara de Vereadores de São Mateus, sendo presidido pelo juiz Raphael de Jesus Serra Amorim, titular da 2ª Vara da Comarca de São Mateus, a 191 km de São Luís.

O crime

Segundo consta na denúncia, o crime aconteceu no dia 24 de junho de 2021, na residência do casal. As investigações apontam que Wláucio Heverton e Maria Miriam iniciaram uma forte discussão e, em dado momento, o denunciado teria partido para as vias de fato, utilizando as próprias mãos para estrangular Maria Miriam.

A causa da morte da mulher foi asfixia. Após o fato, Wláucio empreendeu fuga, indo abrigar-se na cidade de Timon. Pouco depois, a polícia conseguiu capturá-lo. Ele estaria escondido na casa de sua genitora. Wláucio foi preso em flagrante.

“Parabenizo a atuação da equipe de funcionários da 2° vara da comarca de São Mateus, bem como dos representantes do Ministério Público e da Defensoria Pública. A resposta estatal a fatos de elevada gravidade, a exemplo de feminicídios, reafirma o compromisso do judiciário local”, ressaltou o magistrado.

Além do juiz que presidiu a sessão, participaram do julgamento a promotora de Justiça Sandra Soares de Pontes e o promotor Thiago Lima Aguiar, titulares, respectivamente, da 2ª e da 1ª Promotorias de Justiça de São Mateus. A advogada Diele de Oliveira Farias atuou como assistente da acusação e o advogado Vinícius Jerônimo Lopes de Oliveira, da Defensoria Pública, trabalhou na defesa do réu.

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