Pesquisas eleitorais

PESQUISA FRAUDULENTA É DESMENTIDA: VAZA VERDADEIROS NÚMEROS DA PESQUISA ELEITORAL DIVULGADA POR ANDRÉ DA RALP NET

Uma pesquisa do Instituto exata foi realizada em Pinheiro no mês de janeiro. Mesmo com vários flagrantes curiosos como a… [ ]

8 de fevereiro de 2024

Uma pesquisa do Instituto exata foi realizada em Pinheiro no mês de janeiro. Mesmo com vários flagrantes curiosos como a foto das meninas sentadas na calçada de uma casa preenchendo os formulários de pesquisa para dar uma “adiantada” no serviço, o inevitável aconteceu, um resultado esquisito foi divulgado hoje e comemorado amplamente pelos funcionários do pré-candidato André da Ralp Net.

Tivemos acesso com exclusividade aos verdadeiros números da pesquisa do instituto, e não foi nenhuma surpresa ver que os números são bem menos empolgantes que os divulgados.

O pré-candidato André da Ralp net não tem quase 40% como alguns entusiastas divulgaram em euforia gritando “já ganhou” o empresário tem apenas 24% dos intensões de votos, quase empatado tecnicamente no limite da margem de erro com o agora deputado estadual, João Batista Segundo que somou 20% da preferência dos ouvidos. A Dra. Thaiza Hortegal vem em seguida com um pouco mais de 15% da amostragem de intensão, empatada também no limite da margem de erro com o pré-candidato João Batista Segundo.

No Brasil, a divulgação de números falsos de pesquisas eleitorais é considerada crime. A legislação eleitoral brasileira estabelece normas para garantir a lisura do processo eleitoral, incluindo regras específicas relacionadas à divulgação de pesquisas. A Lei nº 9.504/1997, que regula as eleições no país e estabelece condições específicas para a divulgação de pesquisas eleitorais, como: É proibido divulgar, no período de campanha eleitoral, pesquisas que não tenham sido registradas na Justiça Eleitoral ou que veiculem informações falsas.

A infração dessas normas pode acarretar em sanções legais, incluindo multas e até mesmo a cassação do registro ou diploma de candidatos beneficiados pela divulgação irregular. Além disso, a pessoa ou instituto responsável pela divulgação de informações falsas em pesquisas eleitorais pode responder criminalmente por crime de falsidade ideológica, entre outros.

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