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    "title": "Diário da Baixada - Saúde",
    "description": "Feed de notícias de Saúde do Diário da Baixada",
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            "title": "Guarujá faz vacinação no Guaibê até as 15h deste sábado; veja vacinas e quem pode participar",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/10/24/guaruja-faz-vacinacao-no-guaibe-ate-as-15h-deste-sabado-veja-vacinas-e-quem-pode-participar.html",
            "content_html": "<p><strong>Guarujá realiza neste sábado (24 de outubro) um drive-thru de vacinação no Ginásio Guaibê, das 9h às 15h.</strong> A mobilização permite atualizar a proteção contra doenças como covid-19, gripe e tétano e oferece atendimento também a quem chega a pé, de bicicleta ou de motocicleta. A iniciativa da Secretaria Municipal de Saúde busca facilitar o acesso às vacinas e ampliar a cobertura vacinal na cidade.</p><p>O atendimento acontece no <strong>Ginásio Marivaldo Fernandes, o Guaibê, na Avenida Santos Dumont, 420, bairro Santo Antônio</strong>. A prioridade da estrutura drive-thru é para pessoas com 60 anos ou mais e para quem tem deficiência ou mobilidade reduzida. Entretanto, a ação também contempla pessoas de outras faixas etárias, respeitando as indicações de cada imunizante.</p><h2>Quais vacinas estão disponíveis no Guaibê?</h2><p>Entre as doses anunciadas estão as vacinas contra <strong>covid-19, influenza (gripe) e tétano</strong>. Para os idosos, a atualização da vacinação contra a covid-19 é uma das prioridades da mobilização. A indicação de reforços depende das recomendações sanitárias vigentes e do histórico de cada pessoa, que deve ser avaliado pela equipe de saúde.</p><p>O município também disponibiliza um <strong>vacimóvel</strong> e profissionais dedicados à aplicação de outros imunizantes previstos no Calendário Nacional de Vacinação. Isso permite que moradores procurem orientação sobre doses pendentes, sem pressupor que todas as vacinas sejam indicadas a qualquer idade.</p><h2>É preciso estar de carro para tomar a vacina?</h2><p><strong>Não.</strong> Além de motoristas e passageiros de automóveis, a organização prevê atendimento a pessoas que chegam de moto, bicicleta ou a pé. A estrutura foi planejada para tornar o acesso mais simples, especialmente para quem tem dificuldade de deslocamento ou não consegue comparecer às unidades de saúde nos dias úteis.</p><p>O formato drive-thru agiliza parte dos atendimentos, mas não exclui quem não possui veículo. Os moradores devem seguir as orientações das equipes no local para encontrar o fluxo adequado.</p><h2>Quem tem prioridade na vacinação deste sábado?</h2><p>O atendimento prioritário anunciado é destinado a <strong>idosos acima de 60 anos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida</strong>. Isso não significa que a vacinação seja restrita a esses grupos. Pessoas de outras idades também podem comparecer para verificar quais doses do calendário são recomendadas para sua situação.</p><p>O calendário vacinal considera idade, condições clínicas, histórico de doses e eventuais critérios de grupos prioritários. A equipe de imunização poderá orientar cada pessoa sobre quais vacinas estão indicadas e disponíveis.</p><h2>Quais documentos levar ao drive-thru?</h2><p>Para receber atendimento, é necessário apresentar <strong>documento de identificação</strong>. A Prefeitura recomenda levar também a <strong>caderneta de vacinação</strong>, quando disponível, para facilitar a conferência do histórico e o registro das doses.</p><p>Quem não sabe se está com a vacinação em dia pode solicitar avaliação do histórico pelos profissionais. A ausência da caderneta não deve ser motivo para deixar de procurar orientação, mas é importante informar corretamente as doses já recebidas sempre que possível.</p><h2>Até que horas vai a vacinação em Guarujá?</h2><p>A ação especial está prevista para ocorrer <strong>das 9h às 15h deste sábado, 24 de outubro de 2026</strong>. Como se trata de uma mobilização com horário definido, quem pretende participar deve considerar o tempo de deslocamento e chegar antes do encerramento.</p><p>O endereço é <strong>Avenida Santos Dumont, 420, Santo Antônio, Guarujá</strong>. Informações sobre vacinação nos demais dias e unidades devem ser consultadas diretamente nos canais da Secretaria Municipal de Saúde.</p><h2>Por que atualizar as vacinas mesmo fora de campanhas?</h2><p>Manter a imunização em dia ajuda a reduzir o risco de doenças preveníveis e de suas complicações. A proteção contra influenza e covid-19 é especialmente importante para pessoas com maior risco de agravamento, enquanto a vacina antitetânica protege contra uma infecção grave que pode ocorrer após a contaminação de ferimentos.</p><p>A mobilização no Guaibê concentra diferentes oportunidades de atendimento em um mesmo endereço. <strong>O prazo para aproveitar a ação especial termina às 15h deste sábado</strong>, mas a atualização vacinal deve continuar sendo acompanhada ao longo do ano nas unidades de saúde do município.</p>",
            "summary": "Guarujá promove vacinação no Ginásio Guaibê até as 15h deste sábado (24). Veja endereço, vacinas disponíveis, prioridade e documentos necessários.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/10/395306d7-cabc-4575-b64a-c2013cfc58a5/conversions/a-acao-acontece-das-9h-as-15h-e-tera-como-publico-prioritario-idosos-acima-de-60-anos-e-pessoas-com-deficiencia-ou-mobilidade-reduzida-large.webp",
            "date_published": "2026-10-24T16:39:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-24T16:39:59+00:00",
            "authors": [
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            "id": "https://diariodabaixada.com.br/01a13698-df32-723c-977d-dd43f345eddb",
            "title": "Outubro Rosa tem mutirão gratuito em Santos e atendimento ampliado em Praia Grande; veja datas",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/10/13/outubro-rosa-tem-mutirao-gratuito-em-santos-e-atendimento-ampliado-em-praia-grande-veja-datas.html",
            "content_html": "<p>O <strong>Outubro Rosa</strong> terá uma programação de atendimento e conscientização em Santos e Praia Grande, na Baixada Santista, com ações voltadas à saúde da mulher e ao diagnóstico precoce do câncer de mama e do colo do útero. Entre os destaques estão um <strong>mutirão nas policlínicas de Santos no sábado (17)</strong> e a ampliação do horário de atendimento em <strong>31 Unidades de Saúde da Família (Usafas) de Praia Grande entre 19 e 23 de outubro</strong>.</p><p>As iniciativas incluem orientações, avaliações e encaminhamentos conforme a estrutura e os critérios de cada serviço. É importante distinguir consultas e exames efetivamente realizados no local de solicitações e encaminhamentos para procedimentos que dependem de agendamento.</p><h2>Quando será o mutirão de Outubro Rosa em Santos?</h2><p>O Dia D está previsto para <strong>sábado, 17 de outubro</strong>, com funcionamento especial de unidades básicas e policlínicas municipais. A programação anunciada inclui coleta de exame preventivo do colo do útero, orientações sobre autocuidado, aferição de sinais vitais e encaminhamentos para mamografia conforme avaliação e disponibilidade.</p><p>Os horários e a lista de unidades participantes devem ser confirmados nos canais oficiais da Prefeitura de Santos antes do deslocamento. A existência de um mutirão não significa que todos os exames serão oferecidos sem agendamento ou em qualquer unidade.</p><h2>Praia Grande terá horário estendido em 31 Usafas</h2><p>Em Praia Grande, a programação prevê ampliação do atendimento em <strong>31 Unidades de Saúde da Família</strong> no período de <strong>19 a 23 de outubro</strong>, além de ações especiais de conscientização e um Dia D com consultas e procedimentos.</p><p>As moradoras devem procurar sua unidade de referência ou os canais oficiais do município para verificar horários, documentos necessários e quais atendimentos estarão disponíveis. A oferta pode variar de acordo com a unidade e a organização da agenda.</p><h2>Quem deve fazer mamografia?</h2><p>A mamografia é um exame utilizado no rastreamento e na investigação de alterações mamárias. A indicação depende de fatores como idade, histórico pessoal, antecedentes familiares, sintomas e protocolos de saúde vigentes.</p><p>Mulheres com nódulos, secreção pelo mamilo, alterações na pele ou outras mudanças persistentes devem procurar avaliação profissional, independentemente da existência de uma campanha ou da faixa etária normalmente associada ao rastreamento.</p><p>O atendimento clínico é fundamental para definir a necessidade e a urgência de exames. A participação em atividades do Outubro Rosa não substitui acompanhamento regular na rede de saúde.</p><h2>O que é o exame preventivo do colo do útero?</h2><p>O exame preventivo, tradicionalmente conhecido como Papanicolau, e os testes de detecção do HPV integram estratégias de prevenção e rastreamento do câncer do colo do útero, conforme os protocolos aplicáveis. A avaliação do serviço de saúde orienta qual exame é indicado para cada pessoa.</p><p>Também é importante manter a vacinação contra o HPV conforme as recomendações do Programa Nacional de Imunizações, medida essencial de prevenção.</p><h2>Outubro Rosa terá ações além dos exames</h2><p>Em Santos, a campanha inclui atividades educativas e comunitárias. Durante as terças-feiras de outubro, o Bonde Turístico oferece passeios gratuitos para mulheres que estiverem vestindo peças de roupa rosa, conforme a programação divulgada. O embarque é realizado na Estação do Valongo, no Centro Histórico.</p><p>No domingo (18), está previsto o <strong>5º Pedal e Caminhada Outubro Rosa</strong>, com concentração a partir das 10h na Praça do Surfista, na Pompéia, e percurso em direção à Ponta da Praia. A atividade é solidária e tem inscrição paga, portanto não deve ser confundida com os atendimentos gratuitos de saúde.</p><h2>Como aproveitar os atendimentos gratuitos?</h2><p>A recomendação é verificar a programação da unidade de referência, levar documento de identificação e cartão do SUS, quando disponível, e informar à equipe de saúde qualquer sintoma ou histórico relevante. Exames anteriores podem ajudar na avaliação, mas a exigência de documentos deve ser confirmada com cada serviço.</p><p>Quem não conseguir atendimento durante o mutirão pode procurar a rede municipal para orientação e agendamento pelos fluxos regulares do SUS. A campanha busca ampliar o acesso, mas o cuidado com a saúde precisa continuar durante todo o ano.</p><h2>Por que a prevenção é tão importante?</h2><p>O câncer de mama está entre os tumores mais frequentes na população feminina brasileira. O diagnóstico em fases iniciais pode ampliar as possibilidades de tratamento, embora nenhuma medida isolada elimine completamente o risco.</p><p>As ações do Outubro Rosa procuram facilitar o acesso à informação e aos serviços de saúde. Para moradoras de Santos e Praia Grande, as próximas datas de atenção são 17 de outubro, no mutirão santista, e 19 a 23 de outubro, no período de atendimento ampliado em Praia Grande.</p><p>Antes de comparecer, consulte os canais oficiais das prefeituras para confirmar a unidade participante e o horário de funcionamento.</p>",
            "summary": "Outubro Rosa terá mutirão em Santos no dia 17 e atendimento ampliado em 31 Usafas de Praia Grande de 19 a 23 de outubro. Veja como participar.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/10/cb5efaf2-15a6-4d17-9d33-18fe15f75103/conversions/entramos-no-mes-do-outubro-rosa-que-conta-com-uma-campanha-feita-para-falar-sobre-a-importancia-da-prevencao-do-cancer-de-mama-large.webp",
            "date_published": "2026-10-13T23:18:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-14T11:27:41+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Santos oferece vacina V10 gratuita para cães até novembro; veja datas, bairros e documentos",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/10/13/santos-oferece-vacina-v10-gratuita-para-caes-ate-novembro-veja-datas-bairros-e-documentos.html",
            "content_html": "<p>A Prefeitura de Santos realiza uma campanha gratuita de vacinação V10 para cães até <strong>13 de novembro de 2026</strong>. A iniciativa percorre bairros da Área Insular, Morros e Área Continental, com atendimento em locais e datas previamente definidos. Nesta semana, a programação inclui a Vila São Jorge, Caruara e Quilombo, oferecendo aos tutores a oportunidade de proteger os animais contra doenças infecciosas importantes.</p><p>A ação é organizada pela Coordenadoria de Defesa da Vida Animal (Codevida), vinculada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade. Na maior parte dos pontos, são disponibilizadas 100 doses por dia, das 10h às 13h, ou enquanto houver estoque. Para receber o atendimento, é preciso retirar uma senha por animal no próprio local.</p><h2>Onde vacinar o cachorro nesta semana</h2><p><strong>Terça-feira, 13 de outubro:</strong> a programação na área insular prevê atendimento na Vila São Jorge, na Rua Fritz Gut, 408, a partir das 10h, conforme o calendário municipal.</p><p><strong>De 13 a 16 de outubro, em Caruara:</strong> serão oferecidas 25 doses por dia, das 9h às 12h. O ponto de atendimento deve ser conferido na relação de locais publicada pela Prefeitura.</p><p><strong>Quarta-feira, 14 de outubro, no Quilombo:</strong> haverá 100 doses distribuídas em dois pontos da Rua da Conceição. Das 9h às 11h, a vacinação ocorrerá no número 4, na base de apoio ao ciclista do km 258. Das 11h às 13h, o atendimento será no número 11, ao lado do Bar do Ivo &amp; Marlene.</p><p><strong>Monte Cabrão:</strong> a campanha prevê vacinação às segundas, quartas e sextas-feiras, das 10h às 13h, entre 16 e 30 de outubro, conforme o calendário divulgado pela administração municipal.</p><h2>Documentos exigidos para receber a dose</h2><p>O tutor deve ter mais de 18 anos e apresentar <strong>RG, CPF e comprovante de residência em Santos em seu próprio nome</strong>. A exigência de residência no município faz parte das regras da campanha.</p><p>O cão deve ser levado com guia e coleira. O uso de focinheira é obrigatório para animais de grande porte, conforme as orientações municipais. É recomendável chegar com antecedência, já que a distribuição de senhas depende da disponibilidade de doses.</p><h2>Filhotes podem tomar a vacina V10?</h2><p>Sim. A Prefeitura informa que filhotes a partir de 45 dias de vida podem receber a vacina na campanha. O esquema de imunização de cada animal, incluindo a necessidade de doses subsequentes, deve ser acompanhado por médico-veterinário.</p><p>Tutores que não sabem o histórico vacinal do cão devem informar essa condição à equipe de atendimento e buscar orientação profissional para manter a proteção adequada.</p><h2>Contra quais doenças a V10 protege?</h2><p>A vacina V10 é utilizada na prevenção de doenças infecciosas caninas, incluindo <strong>cinomose, parvovirose, hepatite infecciosa canina e leptospirose</strong>. Essas enfermidades podem provocar quadros graves, especialmente em filhotes e animais sem vacinação adequada.</p><p>A imunização ajuda a reduzir riscos, mas não substitui outros cuidados, como acompanhamento veterinário, higiene do ambiente e atenção aos sinais de doença. A V10 também não deve ser confundida com a vacina antirrábica, que possui finalidade e calendário próprios.</p><h2>Calendário segue por bairros até 13 de novembro</h2><p>Depois das ações desta semana, a campanha continua em diferentes regiões de Santos. Entre os pontos previstos para as próximas etapas estão Jardim Botânico, Morro da Penha, Monte Serrat, Vila Nova, Marapé, Alemoa, Saboó, Rádio Clube, Aparecida, Areia Branca, São Manoel, Macuco e Piratininga.</p><p>As datas e os endereços variam por bairro. Como a campanha funciona em sistema itinerante, não basta procurar uma unidade de atendimento em qualquer dia: é necessário verificar o calendário específico do local escolhido.</p><h2>Como confirmar o local e evitar perder a viagem</h2><p>O calendário completo e eventuais alterações são divulgados no portal oficial da Prefeitura de Santos, em <strong>www.santos.sp.gov.br</strong>. A recomendação é conferir a programação na véspera e novamente no dia da vacinação, especialmente para pontos com número reduzido de doses.</p><p>O serviço é gratuito, não exige pagamento pela vacina e atende aos requisitos definidos pelo município. Para os tutores, manter a carteira de vacinação atualizada é uma medida importante de cuidado com a saúde dos cães e de prevenção de doenças que podem afetar também a comunidade.</p>",
            "summary": "Santos vacina cães gratuitamente com V10 até 13 de novembro. Confira locais desta semana, documentos exigidos, horários e limite de doses.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/10/aed54f6a-2a7d-4006-b485-0b93451b0af6/conversions/vacina-caes-raimundo-rosa-2381-0-large.webp",
            "date_published": "2026-10-13T11:50:00+00:00",
            "date_modified": "2026-10-13T11:02:25+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Fumaça volta a afetar Manaus e qualidade do ar chega a nível muito ruim",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/10/07/fumaca-volta-a-afetar-manaus-e-qualidade-do-ar-chega-a-nivel-muito-ruim.html",
            "content_html": "<p>Manaus voltou a registrar áreas encobertas por fumaça e piora significativa da qualidade do ar. Sensores de monitoramento apontaram concentrações elevadas de <strong>material particulado fino, o PM2,5</strong>, poluente capaz de penetrar profundamente no sistema respiratório.</p><p>Em alguns pontos da capital amazonense, os indicadores chegaram à faixa considerada muito ruim, cenário que aumenta a preocupação com efeitos à saúde e reforça a necessidade de reduzir exposição prolongada ao ar livre.</p><h2>O que é o PM2,5</h2><p>PM2,5 é a denominação usada para partículas muito pequenas suspensas no ar, com diâmetro de até 2,5 micrômetros. Por serem diminutas, conseguem atingir regiões profundas dos pulmões e estão associadas ao agravamento de problemas respiratórios e cardiovasculares.</p><p>Queimadas são uma das fontes relevantes dessas partículas na Amazônia durante períodos de maior ocorrência de fogo.</p><h2>Fumaça depende também das condições meteorológicas</h2><p>A presença de focos de incêndio não é o único fator que determina a concentração de fumaça sobre uma cidade. Vento, umidade, estabilidade da atmosfera e direção das correntes de ar influenciam o transporte e a dispersão dos poluentes.</p><p>Em determinadas condições, a fumaça produzida a grandes distâncias pode ser transportada e permanecer sobre áreas urbanas.</p><h2>Quem precisa de maior atenção</h2><p>Crianças, idosos, gestantes e pessoas com asma, bronquite, doença pulmonar ou problemas cardiovasculares estão entre os grupos mais sensíveis à poluição atmosférica.</p><p>Sintomas como irritação nos olhos, tosse, falta de ar, chiado, dor no peito ou piora de doença respiratória exigem atenção. Pessoas com sintomas intensos devem procurar orientação de saúde.</p><h2>Como reduzir exposição</h2><p>Nos períodos de pior qualidade do ar, é recomendável reduzir exercícios físicos intensos ao ar livre, especialmente nos horários em que a concentração de poluentes estiver mais elevada.</p><p>Manter ambientes internos protegidos da fumaça e acompanhar os dados de monitoramento ajuda famílias a decidir quando evitar atividades externas.</p><h2>Monitoramento precisa ser acompanhado ao longo do dia</h2><p>A qualidade do ar pode mudar rapidamente conforme vento, chuva e movimentação das massas de ar. Um índice ruim pela manhã não significa necessariamente que permanecerá igual durante todo o dia, e o contrário também é verdadeiro.</p><p>Por isso, moradores devem acompanhar os canais de monitoramento e alertas das autoridades locais. Em uma região que enfrenta recorrência de fumaça durante períodos de queimadas, informação em tempo real se torna uma ferramenta importante de proteção à saúde.</p>",
            "summary": "Manaus voltou a registrar fumaça e áreas com qualidade do ar muito ruim. Material particulado fino aumenta preocupação, sobretudo para grupos vulneráveis.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/10/d52bfa7f-ea1b-4206-b831-9bb29ae68590/conversions/fumaca-volta-a-afetar-manaus-e-qualidade-do-ar-chega-a-nivel-muito-ruim-large.webp",
            "date_published": "2026-10-07T19:49:48+00:00",
            "date_modified": "2026-10-07T11:52:36+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Escorpiões exigem atenção: saiba onde se escondem e o que fazer em caso de picada",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/10/06/escorpioes-exigem-atencao-saiba-onde-se-escondem-e-o-que-fazer-em-caso-de-picada.html",
            "content_html": "<p>O aumento de temperatura e umidade favorece a atividade de escorpiões e eleva a atenção para acidentes dentro e ao redor das residências. No Brasil, o <strong>escorpião-amarelo é a espécie de maior preocupação em saúde pública</strong> por seu potencial de causar envenenamento grave e por sua ampla adaptação ao ambiente urbano.</p><p>Os animais procuram abrigo em locais escuros e protegidos e podem entrar em casas por ralos, frestas e tubulações. Entulho, materiais de construção e presença de baratas também criam condições favoráveis.</p><h2>Onde os escorpiões costumam se esconder</h2><p>Dentro de imóveis, podem aparecer sob móveis, em armários, calçados, roupas deixadas no chão, atrás de rodapés e próximos a ralos. Em áreas externas, pedras, madeira, telhas, tijolos e outros materiais acumulados oferecem abrigo.</p><p>Como têm hábitos predominantemente noturnos, muitas vezes permanecem escondidos durante o dia e só são percebidos quando um objeto é movimentado.</p><h2>Como reduzir o risco dentro de casa</h2><p>O Ministério da Saúde recomenda vedar frestas em paredes e pisos, reparar rodapés, instalar telas em ralos e manter lixo fechado. Camas e berços devem ficar afastados das paredes e roupas de cama não devem encostar no chão.</p><p>Controlar baratas é outra medida importante porque esses insetos são fonte de alimento para escorpiões. Acúmulo de entulho e materiais sem uso deve ser evitado.</p><h2>O que fazer em caso de picada</h2><p>A orientação oficial é limpar o local com água e sabão e procurar atendimento de saúde <strong>sem demora</strong>. Tratamentos caseiros, substâncias químicas ou receitas populares não substituem avaliação médica e podem atrasar o cuidado adequado.</p><p>Se for possível fotografar o animal com segurança, a imagem pode ajudar na identificação. Ninguém deve tentar capturar um escorpião colocando-se em risco.</p><h2>Crianças exigem atenção especial</h2><p>A dor local costuma surgir rapidamente, mas casos moderados e graves podem apresentar vômitos, suor intenso, alterações cardíacas, agitação e outros sintomas sistêmicos. Crianças estão entre os grupos mais vulneráveis às formas graves.</p><p>O soro antiescorpiônico é utilizado conforme a classificação clínica e deve ser administrado em serviço de saúde preparado para esse atendimento. Nem toda picada exige soro, e essa decisão cabe à equipe médica.</p><h2>Prevenção é mais eficiente que caça ao animal</h2><p>Encontrar um escorpião em casa indica a necessidade de revisar condições do ambiente, pontos de entrada e disponibilidade de abrigo e alimento. O uso indiscriminado de produtos químicos não substitui medidas estruturais de controle.</p><p>Com calor e chuva favorecendo maior atividade, inspeção cuidadosa, limpeza e vedação de acessos tornam-se medidas simples com potencial para evitar acidentes, especialmente em casas com crianças.</p>",
            "summary": "Calor e chuva favorecem atividade de escorpiões. Saiba onde eles se escondem, como prevenir acidentes e por que a picada exige atendimento sem demora.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/10/dcf50833-497b-4ecb-a438-50fd39d7a2cf/conversions/escorpioes-exigem-atencao-saiba-onde-se-escondem-e-o-que-fazer-em-caso-de-picada-large.webp",
            "date_published": "2026-10-06T15:00:20+00:00",
            "date_modified": "2026-10-06T11:48:51+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Anvisa cria regras para produção artesanal de sete grupos de cosméticos",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/10/06/anvisa-cria-regras-para-producao-artesanal-de-sete-grupos-de-cosmeticos.html",
            "content_html": "<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabeleceu pela primeira vez regras específicas para a <strong>produção artesanal de cosméticos, produtos de higiene pessoal e perfumes</strong> no Brasil. A regulamentação define sete grupos que poderão ser fabricados nesse regime e estabelece limites para formulação, rotulagem, publicidade e segurança.</p><p>As normas foram publicadas por meio da RDC 1.045/2026 e da Instrução Normativa 474/2026 e entram em vigor 60 dias após a publicação. A mudança busca adequar exigências sanitárias à produção manual e de pequena escala sem retirar do fabricante a responsabilidade pela qualidade do produto.</p><h2>Quais produtos entram na regra</h2><p>A lista inclui produtos de perfumaria com base alcoólica; odorizantes de ambiente; produtos sólidos para banho ou imersão; sabonetes sólidos para o corpo; xampus e condicionadores sólidos; óleos e manteigas corporais; e desodorantes axilares em barra.</p><p>Cada grupo possui descrição própria e regras sobre alegações permitidas, alegações proibidas e advertências mínimas que precisam constar na rotulagem.</p><h2>Produção precisa ser realmente artesanal</h2><p>O regime é voltado à fabricação predominantemente manual, em pequena escala e com domínio do produtor sobre todas as etapas, desde a seleção dos ingredientes até a embalagem. A atividade não pode simplesmente usar a denominação artesanal para escapar das exigências aplicáveis à indústria convencional.</p><p>As formulações devem observar ingredientes seguros e as condições estabelecidas pela regulamentação sanitária.</p><h2>Simplificação não elimina responsabilidade</h2><p>A Anvisa ressalta que a flexibilização regulatória não significa ausência de controle. O produtor continua responsável pela segurança e qualidade do que coloca no mercado e precisa seguir boas práticas compatíveis com sua escala.</p><p>Problemas de contaminação, composição inadequada ou publicidade irregular continuam sujeitos à atuação sanitária.</p><h2>Rótulos e publicidade têm limites</h2><p>A nova instrução normativa detalha o que pode e o que não pode ser alegado para cada grupo de produto. Essa distinção é importante para impedir que cosméticos artesanais sejam apresentados como se tivessem propriedades terapêuticas ou funções que exijam comprovação diferente.</p><p>Advertências obrigatórias também variam conforme a categoria e precisam ser observadas pelo fabricante.</p><h2>Regra cria marco para pequenos produtores</h2><p>O novo modelo atende a uma atividade que já existe em feiras, pequenos negócios e vendas digitais, mas que não contava com uma estrutura regulatória desenhada especificamente para sua escala.</p><p>Com a entrada em vigor, produtores precisarão revisar fórmulas, processos, embalagens e comunicação comercial. Para o consumidor, a principal mudança é a criação de parâmetros mais claros para identificar produtos artesanais que seguem requisitos sanitários definidos nacionalmente.</p>",
            "summary": "Anvisa regulamenta produção artesanal de sete grupos de cosméticos. Regras tratam de formulação, rótulos, publicidade e segurança e entram em vigor em 60 dias.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/10/f6ca4899-9479-4aee-b9d8-1011e28e83ad/conversions/anvisa-cria-regras-para-producao-artesanal-de-sete-grupos-de-cosmeticos-large.webp",
            "date_published": "2026-10-06T14:20:20+00:00",
            "date_modified": "2026-10-06T11:48:38+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Santos vai vistoriar 5,4 mil imóveis para mapear risco do Aedes em cada região",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/30/santos-vai-vistoriar-54-mil-imoveis-para-mapear-risco-do-aedes-em-cada-regiao.html",
            "content_html": "<p>Santos inicia nesta quinta-feira (1º) uma nova rodada de vistorias para descobrir onde o <strong>Aedes aegypti</strong> encontra condições mais favoráveis para se reproduzir na cidade. Até 30 de outubro, agentes de combate a endemias deverão entrar em aproximadamente <strong>5,4 mil imóveis</strong>, em uma amostragem de cerca de 600 propriedades por bairro.</p><p>O trabalho integra a quarta Avaliação de Densidade Larvária de 2026 e será conduzido pelo Centro de Controle de Zoonoses e Vetor (CCZV), da Secretaria Municipal de Saúde. O objetivo não é apenas encontrar focos isolados, mas produzir um indicador capaz de mostrar quais regiões exigem maior intensidade de prevenção e controle.</p><h2>Resultado ajuda a definir onde ações serão reforçadas</h2><p>Durante as visitas, os agentes procuram recipientes e locais que possam acumular água e coletam amostras quando encontram larvas. Depois da análise, os dados são usados para calcular o <strong>Índice de Breteau</strong>, indicador que relaciona o número de imóveis pesquisados à quantidade de recipientes positivos para larvas.</p><p>O Ministério da Saúde considera satisfatório índice igual ou inferior a 1. Resultados entre 1 e 3,9 indicam situação de alerta, enquanto índice igual ou superior a 4 representa risco de surto. Esse diagnóstico ajuda o Município a direcionar mutirões, fiscalização e outras medidas para as áreas de maior atenção.</p><h2>Vistoria será acompanhada de orientação aos moradores</h2><p>Além da coleta de dados, a equipe de Informação, Educação e Comunicação realizará atividades educativas em diferentes pontos da cidade. A programação inclui orientações em policlínicas enquanto pacientes aguardam atendimento, além das ações rotineiras de fiscalização e prevenção.</p><p>O combate ao mosquito depende também do acesso dos agentes aos imóveis. Em mobilizações anteriores, a Prefeitura registrou recusas de entrada, situação que dificulta a identificação de criadouros em áreas residenciais. Os profissionais atuam identificados e orientam os moradores sobre como eliminar locais que possam acumular água.</p><h2>Ralos, vasos, baldes e calhas estão entre os focos encontrados</h2><p>Os levantamentos e mutirões realizados ao longo do ano mostram que criadouros podem estar em estruturas comuns das residências. Em uma ação recente no Boqueirão, por exemplo, agentes visitaram 1.410 imóveis e eliminaram 32 focos de larvas encontrados em ralos internos e externos, vasos de plantas, baldes, piscinas, entulho de construção e calhas.</p><p>Esses pontos reforçam a importância de inspeções frequentes dentro de casa. Ovos do Aedes podem permanecer aderidos às paredes de recipientes e voltar a se desenvolver quando entram novamente em contato com água.</p><h2>Levantamento começa quinta-feira</h2><p>A quarta avaliação de 2026 terá início às 8h30 de quinta-feira. No mesmo dia, às 9h, está prevista uma edição do Projeto Sala de Espera na Policlínica Rádio Clube. Na sexta-feira, as vistorias continuam e haverá nova ação educativa na Policlínica Ponta da Praia.</p><p>O resultado do levantamento permitirá comparar a situação dos bairros e orientar as próximas etapas de combate ao mosquito. O Aedes aegypti é vetor de doenças como dengue e chikungunya, e a redução dos criadouros continua sendo uma das principais medidas para interromper sua proliferação.</p>",
            "summary": "Santos inicia quinta-feira vistoria em cerca de 5,4 mil imóveis para medir a presença de larvas do Aedes e direcionar ações contra dengue e chikungunya.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/88df2ecb-5b76-412a-8162-f623020ac916/conversions/quarta-avaliacao-de-densidade-larvaria-do-ano-comeca-nesta-quinta-feira-1o-e-seguira-ate-30-de-outubro-em-diferentes-bairros-large.webp",
            "date_published": "2026-09-29T14:45:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-29T11:52:08+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Nova lei cria padrões de qualidade para hospitais e clínicas particulares",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/29/nova-lei-cria-padroes-de-qualidade-para-hospitais-e-clinicas-particulares.html",
            "content_html": "<p>Hospitais e cl&iacute;nicas particulares passar&atilde;o a seguir padr&otilde;es nacionais de qualidade e avalia&ccedil;&atilde;o da assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de previstos em uma nova lei sancionada pelo presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva. A norma cria a Estrat&eacute;gia Nacional de Controle e Avalia&ccedil;&atilde;o da Qualidade da Assist&ecirc;ncia &agrave; Sa&uacute;de prestada pela Iniciativa Privada e amplia os instrumentos de acompanhamento dos servi&ccedil;os oferecidos aos pacientes.</p>\n<p>De acordo com a legisla&ccedil;&atilde;o, caber&aacute; &agrave; Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) estabelecer os padr&otilde;es de qualidade que dever&atilde;o ser cumpridos pelas institui&ccedil;&otilde;es privadas. A medida cria uma refer&ecirc;ncia nacional para avalia&ccedil;&atilde;o da assist&ecirc;ncia e prev&ecirc; maior transpar&ecirc;ncia sobre o desempenho de hospitais e cl&iacute;nicas.</p>\n<h2>Resultados dever&atilde;o ser divulgados</h2>\n<p>Um dos pontos previstos &eacute; a divulga&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica dos resultados de qualidade. A inten&ccedil;&atilde;o &eacute; permitir acompanhamento mais sistem&aacute;tico da assist&ecirc;ncia prestada e criar mecanismos para que o desempenho das institui&ccedil;&otilde;es possa ser conhecido e fiscalizado.</p>\n<p>A lei tamb&eacute;m estabelece san&ccedil;&otilde;es para estabelecimentos que deixarem de cumprir os requisitos. As multas previstas variam de R$ 5 mil a R$ 500 mil, de acordo com o enquadramento das irregularidades e as regras que ser&atilde;o aplicadas no processo de fiscaliza&ccedil;&atilde;o.</p>\n<h2>Anvisa definir&aacute; crit&eacute;rios</h2>\n<p>A regulamenta&ccedil;&atilde;o ter&aacute; papel central na aplica&ccedil;&atilde;o pr&aacute;tica da nova estrat&eacute;gia. A Anvisa dever&aacute; estabelecer os par&acirc;metros t&eacute;cnicos que servir&atilde;o de refer&ecirc;ncia para hospitais e cl&iacute;nicas particulares, detalhando os crit&eacute;rios de qualidade exigidos e os mecanismos de avalia&ccedil;&atilde;o.</p>\n<p>Com isso, a efetividade da legisla&ccedil;&atilde;o depender&aacute; tamb&eacute;m da defini&ccedil;&atilde;o desses indicadores e da forma como ser&atilde;o fiscalizados. Para pacientes e familiares, a publica&ccedil;&atilde;o dos resultados poder&aacute; ampliar o acesso a informa&ccedil;&otilde;es sobre a qualidade assistencial dos estabelecimentos privados.</p>\n<h2>Origem da proposta</h2>\n<p>O projeto que deu origem &agrave; lei foi apresentado em 2024 pelo ent&atilde;o senador Fl&aacute;vio Dino, atualmente ministro do Supremo Tribunal Federal. A proposta foi motivada pela experi&ecirc;ncia da fam&iacute;lia de Dino ap&oacute;s a morte de seu filho Marcelo, em 2012, depois de atendimento em um hospital particular de Bras&iacute;lia.</p>\n<p>Na esfera criminal, profissionais que chegaram a ser investigados e processados por suposto homic&iacute;dio culposo foram absolvidos por falta de provas em 2018. Em a&ccedil;&atilde;o c&iacute;vel, a Justi&ccedil;a fixou em 2025 indeniza&ccedil;&atilde;o de R$ 600 mil para cada um dos pais, segundo informa&ccedil;&otilde;es divulgadas &agrave; &eacute;poca.</p>\n<p>A nova estrat&eacute;gia nacional passa a estabelecer uma estrutura espec&iacute;fica de controle e avalia&ccedil;&atilde;o para a assist&ecirc;ncia prestada pela iniciativa privada, com padr&otilde;es t&eacute;cnicos, transpar&ecirc;ncia de resultados e previs&atilde;o de penalidades para o descumprimento das exig&ecirc;ncias.</p>",
            "summary": "Lei cria estratégia nacional de controle da qualidade em hospitais e clínicas particulares, com padrões definidos pela Anvisa e multas de até R$ 500 mil.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/dd1035b9-ac66-42ef-aa42-030d8b27b126/conversions/nova-lei-cria-padroes-de-qualidade-para-hospitais-e-clinicas-particulares-large.webp",
            "date_published": "2026-09-28T22:34:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-29T11:46:57+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Feira de Saúde da Unisanta oferece atendimentos gratuitos na Praça das Bandeiras",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/27/feira-de-saude-da-unisanta-oferece-atendimentos-gratuitos-na-praca-das-bandeiras.html",
            "content_html": "<p>A Universidade Santa Cecília (Unisanta) realizou no sábado (26) a sétima edição de sua Feira de Saúde, na Praça das Bandeiras, no bairro Gonzaga, em Santos. A iniciativa levou serviços gratuitos à população e mobilizou professores e estudantes de diferentes áreas para prestar orientações e atendimentos fora do ambiente universitário.</p><p>A programação reuniu participantes de nove cursos da área da saúde: Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição, Odontologia, Psicologia e Terapia Ocupacional. Também foram oferecidos atendimentos relacionados à neurodiversidade e ao transtorno do espectro autista (TEA), ampliando o conjunto de temas abordados durante a ação.</p><h2>Serviços e orientações em diferentes áreas</h2><p>A feira foi organizada para aproximar a comunidade de profissionais em formação e docentes que atuam em especialidades distintas. A presença de várias áreas em um mesmo espaço permitiu que os visitantes buscassem orientações de acordo com suas necessidades, sem cobrança pelos serviços disponibilizados durante o evento.</p><p>As atividades também integraram a formação prática dos estudantes. Sob acompanhamento dos professores, os universitários tiveram a oportunidade de aplicar conhecimentos adquiridos em sala de aula em uma iniciativa de atendimento à população. A instituição apresenta esse contato direto como parte de seu trabalho de responsabilidade social na Baixada Santista.</p><h2>Casos que exigem acompanhamento têm encaminhamento</h2><p>De acordo com a organização, situações identificadas durante os atendimentos que necessitavam de acompanhamento foram encaminhadas gratuitamente aos ambulatórios da Unisanta. Nos casos de maior complexidade, o encaminhamento para tratamento poderá ocorrer na rede privada ou no Sistema Único de Saúde (SUS), conforme as necessidades de cada paciente.</p><p>Esse procedimento permite dar continuidade à avaliação quando uma orientação pontual na feira não é suficiente. A universidade não divulgou, na reportagem consultada, um balanço consolidado do número de pessoas atendidas nem a quantidade de encaminhamentos realizados. Por isso, não é possível dimensionar o público alcançado apenas com os dados disponíveis.</p><h2>Edição integra os 65 anos da universidade</h2><p>A diretora da Faculdade de Ciências da Saúde e idealizadora do evento, Caroline Simões Teixeira Perrella, destacou que a sétima edição ganhou significado especial por ocorrer no ano em que a Unisanta celebra 65 anos. Segundo ela, a participação dos estudantes e professores reforça a proposta de levar o conhecimento produzido na universidade a espaços públicos da cidade.</p><p>Realizada em uma das áreas de circulação do Gonzaga, a feira reuniu atividades de educação em saúde e atendimento comunitário em um mesmo local. A ação evidencia uma modalidade de extensão universitária na qual estudantes, docentes e moradores interagem diretamente, enquanto os casos que precisam de atenção continuada são direcionados para os serviços de acompanhamento indicados pela instituição.</p>",
            "summary": "Unisanta realizou a 7ª Feira de Saúde na Praça das Bandeiras, em Santos, com serviços gratuitos de nove cursos e encaminhamentos aos ambulatórios.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/66dea9a4-d881-4c5d-950b-d5ce45f30f1e/conversions/o-evento-aconteceu-na-praca-das-bandeiras-no-gonzaga-em-santos-large.webp",
            "date_published": "2026-09-27T20:29:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-27T19:02:25+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Sequenciamento genético pode reduzir espera por diagnóstico de doenças raras",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/26/sequenciamento-genetico-pode-reduzir-espera-por-diagnostico-de-doencas-raras.html",
            "content_html": "<p>O sequenciamento genético pode encurtar a investigação de doenças raras ao identificar alterações no DNA relacionadas a sintomas que, muitas vezes, levam anos para receber um diagnóstico. A tecnologia permite examinar simultaneamente milhares de genes ou, em determinados exames, praticamente todo o genoma. Seu uso depende de indicação clínica e de interpretação por profissionais especializados.</p><p>Para famílias que percorrem diferentes consultórios em busca de respostas, a análise genética pode ajudar a direcionar exames, evitar procedimentos desnecessários e orientar o acompanhamento. O resultado, porém, nem sempre é conclusivo: há alterações genéticas cujo significado ainda é desconhecido e doenças que não podem ser confirmadas apenas pelo sequenciamento.</p><h2>Como funciona a investigação</h2><p>A partir de uma amostra biológica, geralmente de sangue ou saliva, o laboratório analisa partes selecionadas do DNA. O sequenciamento do exoma concentra-se nas regiões que codificam proteínas; o do genoma amplia a avaliação para outras regiões. A escolha depende da suspeita clínica, dos exames anteriores e da disponibilidade da tecnologia.</p><p>Depois da análise, especialistas comparam as variantes encontradas com o quadro clínico e o histórico familiar. Em alguns casos, examinar amostras dos pais ajuda a esclarecer se uma alteração foi herdada ou surgiu espontaneamente. O aconselhamento genético é importante para explicar os resultados e suas possíveis implicações.</p><h2>Por que o diagnóstico pode demorar</h2><p>Doenças raras podem apresentar sintomas semelhantes aos de condições mais comuns, afetar diferentes órgãos e exigir avaliação de várias especialidades. A ausência de um diagnóstico dificulta decisões sobre tratamento, reabilitação e acompanhamento, além de aumentar a incerteza para pacientes e cuidadores.</p><p>O sequenciamento não substitui a consulta médica, o exame físico nem outras avaliações laboratoriais. Quando identifica uma variante potencialmente associada à doença, pode ser necessário confirmar o achado por outro método e verificar se ele realmente explica os sintomas. Resultados negativos também não excluem todas as causas genéticas possíveis.</p><h2>Acesso e continuidade do cuidado</h2><p>A ampliação do diagnóstico molecular depende de laboratórios qualificados, equipes multidisciplinares, infraestrutura de análise de dados e fluxos claros de encaminhamento. O benefício para o paciente não termina com a entrega do laudo: é preciso garantir orientação compreensível, acompanhamento clínico e acesso aos serviços indicados.</p><p>O tema ganha relevância diante da chamada jornada diagnóstica, marcada por sucessivas consultas e exames até a identificação da causa dos sintomas. O sequenciamento pode reduzir parte desse percurso em casos selecionados, mas seus resultados variam conforme a doença investigada e a qualidade das informações clínicas disponíveis.</p><p>Pacientes com suspeita de doença rara devem buscar avaliação na rede de saúde e discutir com a equipe responsável se existe indicação de investigação genética. A decisão sobre qual exame solicitar deve considerar o quadro individual e a possibilidade de interpretação adequada dos achados.</p>",
            "summary": "Sequenciamento de DNA pode ajudar a identificar doenças raras e reduzir a jornada diagnóstica, mas exige indicação clínica e interpretação especializada.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/13cca203-4a8b-42ed-9f14-e66ed6b45951/conversions/exame-genetico-pode-acelerar-diagnostico-de-doencas-raras-no-sus-large.webp",
            "date_published": "2026-09-26T21:58:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-26T21:59:39+00:00",
            "authors": [
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            "title": "São Vicente amplia Pneumo 20 para moradores a partir de 85 anos; veja onde tomar",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/25/sao-vicente-amplia-pneumo-20-para-moradores-a-partir-de-85-anos-veja-onde-tomar.html",
            "content_html": "<p>São Vicente ampliou nesta sexta-feira (25) a vacinação pneumocócica com a Pneumo 20 para moradores de 85 anos ou mais. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a medida acompanha a nova orientação do Ministério da Saúde e busca aumentar a proteção de idosos contra doenças provocadas pelo pneumococo, bactéria associada a casos de pneumonia, meningite e infecções invasivas.</p><p>A ampliação não significa que toda pessoa nessa faixa etária deva receber outra dose independentemente das vacinas anteriores. A equipe de saúde precisa conferir a carteira de vacinação e identificar se há indicação conforme o histórico individual.</p><h2>Onde e em quais horários a vacina está disponível</h2><p>A Pneumo 20 está disponível nas 26 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de São Vicente, das 9h às 16h30. Há também atendimento no posto de vacinação do Brisamar Shopping, na Rua Frei Gaspar, 365, Centro, quarto andar, em frente aos elevadores do estacionamento G5, das 10h às 19h.</p><p>O interessado deve levar a carteira de vacinação para que os profissionais avaliem doses anteriores e os intervalos necessários. Quem não encontra o comprovante deve informar o histórico de que se lembrar e solicitar orientação à unidade.</p><h2>Quem pode receber a Pneumo 20</h2><p>Moradores com 85 anos ou mais que nunca receberam vacina contra o pneumococo poderão receber uma dose da Pneumo 20, conforme a orientação municipal. Quem já recebeu a Pneumo 13 ou a Pneumo 15 poderá ter indicação da nova vacina, respeitado o intervalo mínimo de dois meses desde a aplicação anterior. Para quem recebeu a Pneumo 23, o intervalo mínimo informado é de um ano.</p><p>Algumas pessoas que completaram esquemas pneumocócicos anteriores não precisam receber uma dose adicional. A avaliação individual é importante para evitar aplicações desnecessárias e assegurar que os intervalos recomendados sejam cumpridos.</p><h2>Por que a proteção é importante na idade avançada</h2><p>O pneumococo pode causar infecções respiratórias e doenças mais graves, especialmente em pessoas idosas ou com condições que aumentam a vulnerabilidade a complicações. A Pneumo 20 amplia a proteção contra sorotipos da bactéria contemplados pela formulação, mas não impede todas as causas de pneumonia nem substitui outras medidas de cuidado.</p><p>A Secretaria de Saúde recomenda que familiares e cuidadores ajudem os idosos a localizar registros de imunização e a procurar a UBS de referência. A ampliação do público-alvo já está em vigor, e a confirmação da necessidade de aplicação será feita pela equipe de vacinação no atendimento.</p>",
            "summary": "São Vicente ampliou a Pneumo 20 para pessoas com 85 anos ou mais; vacinação ocorre em 26 UBSs e no Brisamar Shopping, conforme histórico de doses.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/4b11982c-f0b1-4212-86ff-c0b21a3c8033/conversions/a-vacinacao-contra-a-pneumo-20-estara-disponivel-nas-26-unidades-basicas-de-saude-ubss-do-municipio-e-em-outros-locais-large.webp",
            "date_published": "2026-09-25T22:49:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-26T11:39:56+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Guarujá antecipa vistorias contra dengue em 141 hotéis e pousadas antes do verão",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/25/guaruja-antecipa-vistorias-contra-dengue-em-141-hoteis-e-pousadas-antes-do-verao.html",
            "content_html": "<p>Guarujá antecipou a Operação Checkout, campanha de prevenção à dengue em hotéis e pousadas, para ampliar as vistorias antes do aumento do fluxo turístico no verão. A Secretaria Municipal de Saúde pretende inspecionar 141 estabelecimentos, eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti e orientar responsáveis pela manutenção dos imóveis. A ação, tradicionalmente realizada em novembro, começou em setembro e já alcançou 55 locais, segundo o balanço municipal.</p><p>A antecipação foi relacionada pela Prefeitura às condições climáticas associadas ao El Niño e à necessidade de agir antes da temporada de maior ocupação hoteleira. A presença de hóspedes de diferentes regiões aumenta a circulação de pessoas, enquanto áreas externas, reservatórios e estruturas pouco utilizadas podem acumular água se não houver manutenção adequada.</p><h2>O que as equipes verificam</h2><p>Os agentes de Combate e Controle às Endemias procuram recipientes e pontos que possam favorecer a reprodução do mosquito. Além de orientar os responsáveis sobre a eliminação de criadouros, as vistorias ajudam a identificar locais que exigem correção antes da chegada de mais visitantes.</p><p>Hotéis e pousadas têm particularidades que exigem acompanhamento, como áreas de lazer, depósitos, calhas, caixas-d'água e ambientes que podem permanecer fechados por parte do ano. A prevenção depende de inspeções regulares, não apenas de uma visita eventual dos agentes.</p><h2>Casos diminuíram em comparação com 2025</h2><p>Até a divulgação do balanço, Guarujá contabilizava 1.081 casos de dengue em 2026, contra 3.060 no mesmo período de 2025. Os registros de chikungunya passaram de 141 no intervalo equivalente do ano passado para dois neste ano. Não houve notificações de zika nos dois períodos comparados, segundo os dados municipais apresentados.</p><p>A redução é importante, mas não elimina o risco de transmissão. Os números descrevem períodos equivalentes de dois anos e, isoladamente, não permitem atribuir toda a queda a uma operação específica. A permanência das ações preventivas é especialmente relevante antes dos meses mais quentes.</p><h2>Medidas além da rede hoteleira</h2><p>A Secretaria de Saúde mantém mutirões em bairros priorizados por levantamentos e pesquisas larvárias, atividades educativas nas escolas e intervenções em locais estratégicos, como cemitérios. A Prefeitura também oferece gratuitamente a instalação de telas de proteção em caixas-d'água; o serviço pode ser solicitado pelo telefone <strong>(13) 3308-6562</strong>.</p><p>Moradores e comerciantes podem colaborar mantendo reservatórios bem fechados, removendo água parada de recipientes e comunicando pontos com acúmulo persistente. A prevenção em estabelecimentos turísticos complementa, mas não substitui, o cuidado cotidiano em residências e espaços públicos.</p>",
            "summary": "Guarujá antecipou operação contra dengue para vistoriar 141 hotéis e pousadas; 55 já foram inspecionados antes da temporada de verão.",
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            "date_published": "2026-09-25T17:49:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-25T11:56:53+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Anvisa alerta contra tutoriais que ensinam manipulação caseira de canetas emagrecedoras",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/24/anvisa-alerta-contra-tutoriais-que-ensinam-manipulacao-caseira-de-canetas-emagrecedoras.html",
            "content_html": "<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alertou para os riscos de tutoriais divulgados em redes sociais que ensinam a diluir e injetar tirzepatida em pó em casa. Os vídeos acompanham ofertas de produtos comercializados como alternativas às chamadas canetas emagrecedoras, mas procedimentos realizados fora de ambiente estéril podem expor os usuários a contaminação, infecções e erros de dosagem.</p><h2>Por que o preparo caseiro é perigoso</h2><p>Medicamentos injetáveis precisam cumprir exigências rigorosas de qualidade, esterilidade e rastreabilidade. A presença de impurezas ou microrganismos pode provocar complicações que não são perceptíveis pela aparência do produto. A manipulação doméstica também dificulta verificar a identidade e a concentração da substância, tornando arriscada qualquer orientação de dose apresentada em vídeo.</p><p>A Anvisa reforça que nem todos os produtos anunciados como tirzepatida têm registro sanitário ou origem comprovada. Comprar frascos em perfis de redes sociais ou sites não autorizados amplia o risco de receber material irregular, sem avaliação adequada de segurança e eficácia.</p><h2>Quando a tirzepatida pode ser utilizada</h2><p>A tirzepatida é um medicamento injetável indicado, conforme as condições aprovadas, para diabetes tipo 2 e controle crônico do peso em pacientes elegíveis, associado a medidas clínicas e comportamentais. Seu uso exige prescrição e acompanhamento profissional. A existência de medicamentos registrados não autoriza que pacientes preparem formulações em casa ou alterem o esquema de tratamento por conta própria.</p><h2>O que observar antes de iniciar tratamento</h2><p>O paciente deve confirmar o registro e a procedência do medicamento, adquirir o produto em estabelecimento regular e seguir as orientações do profissional responsável. Dificuldades financeiras ou falta de acesso precisam ser discutidas na consulta, sem substituição automática por produtos anunciados como equivalentes nas redes sociais.</p><p>A Anvisa também mantém alerta para reações adversas graves associadas ao uso indevido dessa classe, incluindo pancreatite aguda. Dor abdominal intensa e persistente, especialmente acompanhada de vômitos ou irradiação para as costas, exige avaliação médica imediata. Suspeitas de eventos adversos podem ser notificadas pelo sistema VigiMed.</p><h2>Como identificar publicidade suspeita</h2><p>Promessas de emagrecimento garantido, venda sem receita, produtos importados sem identificação confiável e tutoriais de preparo doméstico são sinais de risco. A recomendação é não reproduzir procedimentos vistos na internet e consultar os canais oficiais da Anvisa para verificar alertas, proibições e informações sobre medicamentos.</p>",
            "summary": "Anvisa alerta que vídeos ensinando a diluir tirzepatida em casa oferecem risco de contaminação, infecções e erros de dose.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/31852f43-aa6a-4c02-b61a-fc4628cb8238/conversions/anvisa-alerta-contra-tutoriais-de-manipulacao-caseira-de-tirzepatida-large.webp",
            "date_published": "2026-09-24T17:32:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-24T11:59:56+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Dermatite atópica pode prejudicar sono e autoestima; veja como controlar a doença",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/23/dermatite-atopica-pode-prejudicar-sono-e-autoestima-veja-como-controlar-a-doenca.html",
            "content_html": "<p>A dermatite atópica é uma doença inflamatória crônica da pele que pode provocar coceira intensa, ressecamento, vermelhidão e episódios recorrentes de irritação. Os sintomas vão além das manifestações visíveis: quando a coceira se intensifica à noite, o sono pode ser interrompido, afetando disposição, aprendizagem, trabalho e relações sociais.</p><p>O impacto na autoestima também merece atenção. Em pessoas com lesões aparentes, desconforto e preocupação com a reação de outras pessoas podem favorecer isolamento. Por isso, especialistas orientam avaliar a qualidade de vida do paciente, e não apenas a extensão das áreas afetadas.</p><h2>Por que a pele fica mais sensível</h2><p>A doença está associada a alterações da barreira cutânea e a processos inflamatórios. Quando a pele perde parte da capacidade de reter água e se proteger de irritantes, torna-se mais suscetível ao ressecamento e à coceira. Fatores como calor, suor, produtos de limpeza, fragrâncias e condições ambientais podem agravar os sintomas, mas os desencadeantes variam de pessoa para pessoa.</p><p>A dermatite atópica não é contagiosa. O contato com alguém que apresenta lesões não transmite a doença. O diagnóstico deve ser feito por profissional de saúde, porque outras condições dermatológicas podem produzir sinais semelhantes.</p><h2>Hidratação é a base do tratamento</h2><p>O Ministério da Saúde orienta o uso frequente de emolientes ou hidratantes apropriados para ajudar a restaurar a barreira da pele, inclusive nos períodos em que as lesões parecem controladas. Banhos curtos, com água morna, e sabonetes suaves para peles sensíveis costumam fazer parte das orientações. Aplicar hidratante logo após o banho ajuda a preservar a umidade.</p><p>Evitar produtos perfumados ou irritantes e observar quais situações antecedem as crises também pode facilitar o controle. Mudanças radicais na alimentação ou restrições sem indicação clínica não são medidas de rotina para todos os pacientes.</p><h2>Quando são necessários medicamentos</h2><p>Nos períodos de inflamação, o médico pode indicar tratamentos tópicos, como corticosteroides ou outras opções anti-inflamatórias adequadas à área afetada e à idade. Quadros moderados ou graves podem exigir fototerapia ou terapias sistêmicas, conforme avaliação especializada e os protocolos clínicos vigentes.</p><p>Automedicação prolongada, especialmente com medicamentos de uso tópico inadequados para o rosto ou regiões sensíveis, pode trazer riscos. Piora acentuada, secreção, dor intensa ou sinais de infecção exigem atendimento.</p><h2>Sono e saúde emocional também devem ser acompanhados</h2><p>O cuidado eficaz precisa considerar coceira, sono, efeitos sobre atividades cotidianas e sofrimento emocional. Crianças podem apresentar irritabilidade e dificuldade de concentração; adultos podem enfrentar fadiga e queda de produtividade. Quando esses impactos persistem, é importante comunicá-los na consulta.</p><p>A condição pode ser controlada, embora tenha períodos de melhora e agravamento. Um plano individualizado de hidratação, redução de irritantes e tratamento das crises ajuda a diminuir a frequência dos sintomas e preservar a qualidade de vida.</p>",
            "summary": "Dermatite atópica causa coceira e inflamação recorrentes e pode afetar sono, rotina e autoestima; hidratação e tratamento individualizado ajudam.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/38a398fa-9537-4c19-9586-8b721cb31e41/conversions/dermatite-atopica-afeta-pele-sono-e-autoestima-veja-cuidados-e-tratamentos-large.webp",
            "date_published": "2026-09-23T19:37:00+00:00",
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            "authors": [
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            "title": "Doação de órgãos pode ser registrada gratuitamente pela internet em cartório",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/20/doacao-de-orgaos-pode-ser-registrada-gratuitamente-pela-internet-em-cartorio.html",
            "content_html": "<p>Brasileiros que desejam deixar formalmente registrada a intenção de doar órgãos podem fazer isso gratuitamente pela internet por meio da <strong>Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos (Aedo)</strong>. O serviço, lançado em 2024, já recebeu mais de 32 mil solicitações em todo o país e permite que a manifestação seja registrada em cartório sem necessidade de comparecimento presencial.</p><p>A iniciativa ganha visibilidade durante o Setembro Verde, mês dedicado à conscientização sobre doação e transplantes. O tema permanece especialmente relevante porque mais de 49 mil pessoas aguardam atualmente por um transplante no Brasil.</p><h2>Como funciona a autorização eletrônica</h2><p>O interessado acessa a plataforma da Aedo, vinculada ao e-Notariado, preenche seus dados e escolhe um cartório de notas para realizar o procedimento. Em seguida, participa de uma videoconferência com o tabelião, que confirma a identidade e a manifestação de vontade.</p><p>Depois da conferência, o documento é assinado eletronicamente e passa a integrar a Central Nacional de Doadores de Órgãos, que pode ser consultada por profissionais autorizados do Sistema Nacional de Transplantes.</p><p>O cidadão pode especificar quais órgãos, tecidos ou partes do corpo deseja doar e também pode revogar a autorização posteriormente.</p><h2>Registro não substitui conversa com a família</h2><p>Apesar de a Aedo formalizar a vontade do potencial doador, a legislação brasileira ainda exige autorização familiar para a retirada de órgãos após a morte. Isso significa que a decisão registrada em vida não elimina a necessidade de consentimento da família.</p><p>Esse ponto é central porque a recusa familiar continua entre os principais obstáculos para ampliar o número de transplantes. A taxa média de recusa gira em torno de 45%, e um dos motivos apontados é o desconhecimento, pelos parentes, da vontade da pessoa falecida.</p><p>Por isso, especialistas recomendam que quem pretende ser doador registre a decisão, mas também converse claramente com familiares próximos.</p><h2>Mais de 32 mil manifestações desde 2024</h2><p>Dados dos Cartórios de Notas indicam 32.587 solicitações da Aedo desde a criação do serviço. Foram 18.659 em 2024, 8.886 em 2025 e 5.042 em 2026, conforme o levantamento mais recente.</p><p>São Paulo concentra o maior número de registros, com 9.399 solicitações, seguido por Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.</p><h2>Fila de transplantes continua alta</h2><p>Mais de 49 mil pessoas aguardam transplantes no país. A maior fila é para rim, com cerca de 45 mil pacientes. A demanda por córneas também é elevada e ultrapassa 37 mil pessoas segundo levantamento citado pela Agência Brasil.</p><p>O Brasil possui um dos maiores sistemas públicos de transplantes do mundo, mas a oferta depende de identificação de potenciais doadores, estrutura hospitalar, logística e autorização familiar.</p><h2>Serviço é gratuito</h2><p>Todo o procedimento da Aedo é gratuito. O usuário não precisa contratar intermediários ou pagar taxas ao cartório para registrar a manifestação.</p><p>O Dia Nacional de Doação de Órgãos é celebrado em 27 de setembro e reforça a orientação de que a decisão seja discutida com antecedência dentro das famílias.</p>",
            "summary": "Aedo permite registrar gratuitamente pela internet a intenção de doar órgãos; documento formaliza vontade, mas autorização familiar continua necessária.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/6e0fa93a-5040-4cd3-b867-3466881c6934/conversions/doacao-de-orgaos-pode-ser-registrada-gratuitamente-pela-internet-em-cartorio-large.webp",
            "date_published": "2026-09-20T15:01:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-20T15:14:28+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Vacina Pneumo 20 é ampliada para pessoas com 85 anos ou mais; veja como fica o esquema",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/20/vacina-pneumo-20-e-ampliada-para-pessoas-com-85-anos-ou-mais-veja-como-fica-o-esquema.html",
            "content_html": "<p>O Ministério da Saúde ampliou a oferta da vacina pneumocócica conjugada 20-valente, a <strong>Pneumo 20</strong>, para pessoas com <strong>85 anos ou mais</strong>. A estratégia começou em setembro e busca reduzir casos graves de doença pneumocócica, incluindo pneumonia, meningite e infecções invasivas causadas pela bactéria <em>Streptococcus pneumoniae</em>.</p><p>A estimativa do governo federal é de que mais de 2,3 milhões de brasileiros façam parte do novo público-alvo. A recomendação varia conforme o histórico de vacinação pneumocócica de cada pessoa.</p><h2>Quem nunca recebeu vacina pneumocócica</h2><p>Para pessoas com 85 anos ou mais sem vacinação pneumocócica prévia registrada, a orientação é aplicar <strong>uma dose única da Pneumo 20</strong>.</p><p>Não é necessária prescrição médica para esse público. É preciso apresentar documento que comprove a idade e, quando disponível, a caderneta ou registro de vacinação.</p><h2>Quem recebeu Pneumo 13 ou Pneumo 15</h2><p>Pessoas que receberam apenas uma dose de Pneumo 13 ou Pneumo 15 podem receber uma dose da Pneumo 20, respeitando intervalo mínimo de <strong>dois meses</strong>.</p><p>O intervalo é importante para organizar adequadamente a resposta imunológica e evitar aplicação fora do esquema definido pelo Programa Nacional de Imunizações.</p><h2>Quem recebeu Pneumo 23</h2><p>Para quem recebeu apenas uma dose da Pneumo 23, a recomendação é uma dose da Pneumo 20 com intervalo mínimo de <strong>um ano</strong>.</p><p>Já pessoas que receberam duas doses da Pneumo 23, ou combinação anterior de Pneumo 13 ou 15 com Pneumo 23, não têm indicação de Pneumo 20 nesta estratégia específica, conforme o Ministério da Saúde.</p><h2>Por que a idade de 85 anos foi priorizada</h2><p>O risco de complicações por infecções pneumocócicas cresce com a idade. O envelhecimento do sistema imunológico, chamado imunossenescência, reduz a capacidade de resposta a infecções e se soma à maior frequência de doenças crônicas.</p><p>Dados oficiais mostram taxas elevadas de hospitalização e mortalidade por pneumonia entre pessoas com 85 anos ou mais. Por isso, o grupo foi priorizado na primeira ampliação nacional para idosos.</p><h2>O que a vacina protege</h2><p>A Pneumo 20 oferece proteção contra 20 sorotipos de <em>Streptococcus pneumoniae</em>. A bactéria pode causar otite, pneumonia, meningite, sepse e outras infecções, especialmente em crianças pequenas, idosos e pessoas com determinadas condições clínicas.</p><p>A vacina reduz risco de doença causada pelos sorotipos incluídos, mas não protege contra todas as causas possíveis de pneumonia ou meningite.</p><h2>Meta é alcançar pelo menos 90% do público</h2><p>O Ministério da Saúde estabeleceu meta de vacinar pelo menos 90% das pessoas elegíveis. A distribuição das doses considera população, estoques e média de aplicação nos estados.</p><p>Além das unidades de saúde, podem ser adotadas estratégias extramuros e vacinação domiciliar, especialmente para pessoas com dificuldade de mobilidade, fragilidade, comorbidades ou insuficiência de suporte familiar.</p><h2>E quem tem entre 60 e 84 anos?</h2><p>A ampliação para 85 anos ou mais não significa que todos os idosos de 60 a 84 anos passaram a ter indicação rotineira da Pneumo 20. Pessoas dessa faixa etária acamadas, institucionalizadas ou com determinadas condições clínicas especiais podem ter acesso conforme estratégias específicas do SUS.</p><p>A avaliação depende do histórico vacinal e das condições de saúde. Em caso de dúvida, a orientação é procurar uma unidade de saúde com os registros disponíveis.</p><h2>Outras vacinas também devem ser atualizadas</h2><p>O Ministério da Saúde recomenda aproveitar a ida à unidade para conferir todo o calendário do idoso, incluindo influenza, covid-19 e outros imunizantes indicados para a faixa etária.</p><p>A atualização conjunta reduz oportunidades perdidas de vacinação e amplia proteção contra doenças que podem causar hospitalização e complicações em pessoas mais velhas.</p>",
            "summary": "SUS amplia Pneumo 20 para pessoas com 85 anos ou mais; esquema varia conforme histórico de Pneumo 13, 15 e 23.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/da61eedd-f600-4f58-9699-2865235953bb/conversions/vacina-pneumo-20-e-ampliada-para-pessoas-com-85-anos-ou-mais-veja-o-esquema-large.webp",
            "date_published": "2026-09-20T02:37:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-19T18:52:12+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Mudanças climáticas favorecem expansão da leishmaniose e exigem vigilância em novas áreas",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/20/mudancas-climaticas-favorecem-expansao-da-leishmaniose-e-exigem-vigilancia-em-novas-areas.html",
            "content_html": "<p>As mudanças climáticas podem favorecer a expansão territorial da leishmaniose ao modificar temperatura, umidade, regime de chuvas e condições ambientais que influenciam a presença do mosquito-palha, vetor responsável pela transmissão do parasita. Pesquisadores alertam que áreas antes pouco propícias podem se tornar mais adequadas à circulação do inseto e do agente infeccioso.</p><p>A relação entre clima e doença não é simples nem automática. A expansão depende também de urbanização, presença de reservatórios animais, saneamento, cobertura vegetal, migração e capacidade de vigilância. Ainda assim, mudanças ambientais podem alterar o equilíbrio entre esses fatores.</p><h2>O que é a leishmaniose</h2><p>A leishmaniose é um conjunto de doenças causadas por parasitas do gênero <em>Leishmania</em>. No Brasil, as formas mais conhecidas são a tegumentar, que pode causar lesões na pele e mucosas, e a visceral, que afeta órgãos internos e pode ser grave sem tratamento.</p><p>A transmissão ocorre pela picada de fêmeas infectadas de flebotomíneos, popularmente conhecidos como mosquitos-palha. Eles são diferentes dos mosquitos que transmitem dengue, zika e chikungunya.</p><h2>Temperatura influencia ciclo do vetor</h2><p>O desenvolvimento dos insetos e do parasita depende de condições ambientais. Temperaturas mais elevadas dentro de determinados limites podem acelerar ciclos biológicos e ampliar períodos do ano em que o vetor permanece ativo.</p><p>Isso não significa que quanto mais quente, maior será sempre a transmissão. Calor extremo também pode reduzir sobrevivência. O risco resulta de uma faixa de condições favoráveis combinada a outros elementos ecológicos.</p><h2>Chuva pode criar ou destruir criadouros</h2><p>Os flebotomíneos se desenvolvem em matéria orgânica úmida, como solo com folhas e ambientes sombreados. Mudanças no padrão de chuvas podem aumentar a umidade em alguns períodos e favorecer esses locais, enquanto secas prolongadas podem deslocar animais e pessoas, alterando contatos entre vetores e hospedeiros.</p><p>Eventos extremos também afetam saneamento, moradia e ocupação do solo, fatores que podem aumentar vulnerabilidade em determinadas comunidades.</p><h2>Urbanização mudou perfil da doença</h2><p>A leishmaniose visceral, historicamente associada a ambientes rurais, passou a aparecer também em áreas urbanas e periurbanas. A presença de cães infectados, adaptação do vetor e expansão desordenada das cidades contribuíram para essa mudança.</p><p>O cão pode atuar como importante reservatório no ciclo urbano da forma visceral, mas não transmite diretamente a doença para pessoas. A transmissão depende da picada do vetor infectado.</p><h2>Diagnóstico precoce é fundamental</h2><p>Na leishmaniose visceral, sintomas podem incluir febre prolongada, perda de peso, fraqueza e aumento do fígado e do baço. O quadro pode evoluir com gravidade se não houver diagnóstico e tratamento.</p><p>Na forma tegumentar, lesões de pele que não cicatrizam merecem avaliação médica, especialmente em pessoas que vivem ou estiveram em áreas de transmissão.</p><h2>Vigilância terá de acompanhar mudanças ambientais</h2><p>Pesquisadores defendem que mapas de risco incorporem dados climáticos, presença de vetores, registros de casos humanos e animais e transformações no uso do solo. Isso permite direcionar equipes antes que a doença se estabeleça em novas áreas.</p><p>A expansão potencial associada ao clima não significa que haverá aumento inevitável em todo o país. Medidas de vigilância, manejo ambiental, diagnóstico rápido e controle do vetor podem reduzir transmissão mesmo em regiões climaticamente favoráveis.</p><h2>Prevenção depende do ambiente</h2><p>Limpeza de quintais, retirada de matéria orgânica acumulada, manejo adequado de resíduos e redução de locais úmidos e sombreados próximos às casas ajudam a diminuir ambientes favoráveis ao vetor.</p><p>Em áreas com transmissão, telas finas, mosquiteiros e outras medidas de proteção podem ser recomendadas conforme orientação das autoridades de saúde. Para animais, tutores devem seguir recomendações veterinárias e programas municipais.</p><p>As mudanças climáticas adicionam uma camada de complexidade ao controle da leishmaniose. O principal desafio será detectar rapidamente mudanças na distribuição da doença para que o sistema de saúde não seja surpreendido por novos focos.</p>",
            "summary": "Mudanças climáticas podem alterar áreas favoráveis ao mosquito-palha e ampliar risco de leishmaniose, mas transmissão também depende de urbanização e vigilância.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/9894bc0f-2bfd-4e8a-aade-c0b1700c9679/conversions/mudancas-climaticas-favorecem-expansao-da-leishmaniose-e-exigem-vigilancia-large.webp",
            "date_published": "2026-09-20T02:07:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-19T18:51:47+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Estudo estima em R$ 30,6 bilhões por ano custos de saúde associados às bets",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/19/estudo-estima-em-r-306-bilhoes-por-ano-custos-de-saude-associados-as-bets.html",
            "content_html": "<p>Um estudo do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS) estima em <strong>R$ 30,6 bilhões por ano</strong> os custos sociais e de saúde associados aos transtornos relacionados a apostas e jogos de azar no Brasil. O valor chama atenção pela dimensão, mas precisa ser interpretado corretamente: ele não corresponde a uma conta direta do Sistema Único de Saúde nem a despesas efetivamente desembolsadas pelo governo em um único ano.</p><p>A estimativa reúne diferentes componentes, como custos de tratamento, perda de produtividade, redução de qualidade de vida e efeitos de problemas de saúde mental relacionados ao jogo. O objetivo é dimensionar o impacto econômico mais amplo do fenômeno.</p><h2>O que entra na conta</h2><p>Estudos de custo de doença costumam combinar despesas médicas com perdas indiretas. Quando uma pessoa desenvolve transtorno do jogo, por exemplo, pode precisar de atendimento em saúde mental, afastar-se do trabalho, reduzir produtividade ou apresentar quadros associados de ansiedade e depressão.</p><p>Também podem existir impactos sobre familiares, endividamento e conflitos sociais. Nem todos esses efeitos aparecem como gasto orçamentário do SUS, mas têm custo econômico para a sociedade.</p><h2>Por que o número não deve ser tratado como despesa direta do SUS</h2><p>A manchete original menciona impacto financeiro “no SUS”, mas o estudo trabalha com conceito mais amplo de custo social e sanitário. Transformar os R$ 30,6 bilhões em uma suposta fatura direta do sistema público seria impreciso.</p><p>Parte do valor representa perdas estimadas de bem-estar e produtividade, que são ferramentas usadas em economia da saúde para comparar a dimensão de diferentes problemas, mas não equivalem a dinheiro que necessariamente saiu dos cofres públicos.</p><h2>Dependência pode vir acompanhada de outros transtornos</h2><p>O transtorno do jogo pode coexistir com depressão, ansiedade, consumo abusivo de álcool e outras condições. Essa combinação aumenta a complexidade do atendimento porque o tratamento precisa considerar o comportamento de aposta e também os problemas associados.</p><p>Em situações graves, endividamento e sensação de perda de controle podem ampliar sofrimento psíquico. Por isso, pesquisadores defendem que políticas de saúde mental e regulação das plataformas sejam pensadas em conjunto.</p><h2>Expansão das bets aumentou exposição</h2><p>O mercado de apostas esportivas e jogos online cresceu rapidamente no Brasil nos últimos anos. Publicidade em transmissões esportivas, redes sociais e influenciadores ampliou a visibilidade das marcas e normalizou a prática para uma parcela da população.</p><p>Ao mesmo tempo, celulares e pagamentos instantâneos diminuíram o intervalo entre decisão, depósito e aposta. Esse ambiente favorece frequência elevada e pode dificultar que usuários com comportamento problemático interrompam o ciclo.</p><h2>Prevenção é mais barata do que tratar consequências</h2><p>O estudo reforça a importância de medidas preventivas, como limites de depósito, mecanismos de autoexclusão, identificação de padrões de risco, restrição de publicidade direcionada a públicos vulneráveis e acesso facilitado a orientação.</p><p>Também é importante ampliar a capacidade de profissionais de saúde para reconhecer sinais de transtorno do jogo. O problema pode aparecer inicialmente como ansiedade, insônia, dívida ou conflito familiar sem que a pessoa relate espontaneamente o uso de plataformas de apostas.</p><h2>Onde buscar ajuda</h2><p>Quem percebe dificuldade para controlar apostas pode procurar unidades básicas de saúde ou serviços especializados em saúde mental. O atendimento deve ser individualizado e pode envolver psicoterapia, acompanhamento psiquiátrico e suporte para organização financeira e familiar.</p><p>Ao estimar custos bilionários, o IEPS não afirma que todo apostador adoecerá. O dado procura mostrar que, quando uma atividade atinge milhões de pessoas, mesmo uma parcela relativamente pequena de casos problemáticos pode produzir impacto relevante sobre saúde, trabalho e renda.</p>",
            "summary": "Estudo do IEPS estima em R$ 30,6 bilhões anuais os custos sociais e de saúde ligados às apostas; valor não é gasto direto do SUS.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/b587b53b-8a8f-42ad-aa37-38e69c1384f4/conversions/estudo-estima-em-r-30-6-bilhoes-por-ano-custos-de-saude-associados-as-bets-large.webp",
            "date_published": "2026-09-19T20:37:00+00:00",
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            "title": "Bets avançam entre jovens e ampliam risco de dependência, alertam especialistas",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/19/bets-avancam-entre-jovens-e-ampliam-risco-de-dependencia-alertam-especialistas.html",
            "content_html": "<p>O avanço das apostas online entre jovens acendeu um alerta para riscos de dependência, perda de controle financeiro e impacto sobre saúde mental. Pesquisas e especialistas ouvidos pela Agência Brasil apontam que adolescentes e adultos jovens estão entre os grupos mais expostos à lógica das plataformas digitais, que combinam publicidade intensa, acesso permanente pelo celular e pagamentos instantâneos.</p><p>Esse cenário não significa que todo jovem que aposta desenvolverá um transtorno relacionado ao jogo. O problema está na combinação entre início precoce, repetição frequente, expectativa de ganho fácil e mecanismos de recompensa que podem reforçar comportamento impulsivo.</p><h2>Por que os jovens merecem atenção especial</h2><p>Na adolescência e no início da vida adulta, áreas do cérebro ligadas a planejamento, controle de impulsos e avaliação de risco ainda estão em processo de amadurecimento. Isso pode tornar decisões financeiras mais vulneráveis à pressão de recompensas imediatas.</p><p>Ao mesmo tempo, redes sociais e transmissões esportivas expõem jovens a publicidade de bets com forte associação a diversão, status, futebol e possibilidade de lucro. Quando a aposta passa a ser apresentada como parte normal da experiência esportiva, o risco de banalização aumenta.</p><h2>Dependência não é medida apenas pelo valor perdido</h2><p>Uma pessoa pode desenvolver relação problemática com apostas mesmo antes de acumular uma grande dívida. Entre os sinais de alerta estão pensar constantemente em apostas, aumentar valores para buscar a mesma excitação, tentar recuperar perdas, esconder o comportamento da família e abandonar atividades de estudo, lazer ou convívio social.</p><p>Outro indicativo importante é continuar apostando apesar de prejuízos evidentes. Quando o usuário reconhece que está perdendo dinheiro, tempo ou qualidade de vida e mesmo assim não consegue reduzir ou parar, é recomendável buscar avaliação profissional.</p><h2>Jogos rápidos aumentam frequência de exposição</h2><p>Além das apostas esportivas tradicionais, plataformas passaram a oferecer jogos de resultado rápido, em que uma nova rodada começa poucos segundos após a anterior. Essa alta frequência reduz o intervalo entre aposta, resultado e nova tentativa, reforçando um ciclo de repetição.</p><p>Especialistas apontam que produtos com retorno imediato podem aumentar o risco de comportamento compulsivo porque oferecem muitas oportunidades de aposta em um curto período.</p><h2>Impacto pode alcançar estudo, trabalho e relações pessoais</h2><p>O problema não se limita à conta bancária. Jovens que perdem horas acompanhando odds, jogos ou resultados podem apresentar queda de rendimento escolar, dificuldade de concentração, conflitos familiares e alterações no sono.</p><p>Ansiedade, irritabilidade e sentimento de culpa também podem aparecer quando as perdas se acumulam. Em alguns casos, o apostador tenta esconder a situação e busca novos empréstimos ou transferências para continuar jogando.</p><h2>Prevenção passa por informação e limites</h2><p>Famílias e escolas podem ajudar ao discutir probabilidade, funcionamento das plataformas e diferença entre entretenimento e fonte de renda. A ideia de que apostar é uma forma previsível de investimento é enganosa: as plataformas são estruturadas para operar com vantagem matemática no longo prazo.</p><p>Limites de depósito, autoexclusão, bloqueio de publicidade e restrição de acesso por menores são medidas relevantes, mas não substituem acompanhamento quando já existe perda de controle.</p><h2>Onde procurar ajuda</h2><p>Pessoas com sofrimento relacionado a apostas podem buscar unidades de saúde e serviços de saúde mental do SUS. A avaliação deve considerar não só o comportamento de jogo, mas também ansiedade, depressão, endividamento e conflitos familiares que possam estar associados.</p><p>O crescimento das bets entre jovens transformou o tema em questão de saúde pública e proteção digital. A principal preocupação não é apenas quantos apostam, mas quantos passam a organizar rotina, dinheiro e expectativas em torno de uma atividade desenhada para estimular repetição.</p>",
            "summary": "Especialistas alertam para aumento das bets entre jovens e risco de dependência, perda de controle financeiro, ansiedade e impacto na vida escolar e familiar.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/0a3661c1-ab22-460a-bf7d-5ef1b202aa45/conversions/apostas-em-bets-avancam-entre-jovens-e-ampliam-risco-de-dependencia-large.webp",
            "date_published": "2026-09-19T19:37:00+00:00",
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            "title": "Santos passa a exigir divulgação semanal da disponibilidade de leitos SUS",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/18/santos-passa-a-exigir-divulgacao-semanal-da-disponibilidade-de-leitos-sus.html",
            "content_html": "<p>Hospitais públicos e privados conveniados ao município de Santos terão de divulgar semanalmente informações sobre a disponibilidade e a ocupação de leitos do Sistema Único de Saúde (SUS).</p><p>A obrigação está prevista na <strong>Lei 4.796/2026</strong>, sancionada pelo prefeito Rogério Santos e com entrada em vigor prevista em 90 dias.</p><h2>Dados deverão ficar acessíveis ao público</h2><p>As informações deverão ser disponibilizadas no Portal da Transparência da Prefeitura e também nos sites oficiais dos complexos de saúde.</p><p>A lei prevê advertência e multa para instituições privadas que descumprirem a norma, além de possibilidade de suspensão temporária de novos contratos ou aditamentos. No caso dos hospitais públicos, o descumprimento poderá gerar processo administrativo para apuração de responsabilidade.</p><p>Dois dispositivos aprovados pela Câmara foram vetados pelo Executivo, incluindo trechos que detalhavam a divulgação por especialidade e estimativas de liberação de vagas.</p>",
            "summary": "Lei em Santos obriga hospitais públicos e conveniados a divulgar semanalmente dados sobre disponibilidade e ocupação de leitos do SUS.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/4514f5c1-f7bc-47cc-a23c-7f923659b61e/conversions/santos-passa-a-exigir-divulgacao-semanal-da-disponibilidade-de-leitos-sus-large.webp",
            "date_published": "2026-09-18T01:38:00+00:00",
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            "title": "Estudo alerta para melanoma que pode surgir fora da pele e passar despercebido",
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            "content_html": "<p>Um estudo divulgado pela Fundação do Câncer chama atenção para formas de melanoma que surgem fora da pele. Embora menos frequentes, os melanomas extracutâneos podem aparecer nos olhos, em mucosas e em órgãos dos sistemas genital e digestório e tendem a ser mais agressivos.</p><p>O alerta consta da 12ª edição do boletim <strong>Análises e Tendências em Câncer</strong>, que reúne dados hospitalares e discute prevenção, diagnóstico e acesso ao tratamento.</p><h2>Maioria dos casos ainda é de pele</h2><p>Entre 42.255 casos avaliados pelo estudo, 92,2% eram melanomas cutâneos, 5,7% oculares e 2,5% de mucosa. Entre os casos extracutâneos registrados entre 1990 e 2021, o olho foi a principal localização primária, seguido pelos órgãos genitais e pelo sistema digestório.</p><p>O melanoma ocular pode ser particularmente difícil de identificar nas fases iniciais porque pode não causar sintomas. Quando aparecem, os sinais podem incluir visão embaçada, flashes luminosos, manchas no campo visual e perda da visão.</p><h2>Diagnóstico precoce faz diferença</h2><p>Especialistas destacam que o tratamento do melanoma depende do local e do estágio da doença. No SUS, a cirurgia da lesão e, quando necessário, de linfonodos comprometidos permanece entre as principais abordagens.</p><p>Entre 2014 e 2023, a cirurgia foi o tratamento inicial em 84,7% dos casos de melanoma de pele registrados no país. A Região Sudeste apresentou o maior percentual de cirurgias como primeira abordagem.</p><h2>Imunoterapia ampliou respostas, mas acesso ainda é desafio</h2><p>Medicamentos de imunoterapia trouxeram avanços importantes para pacientes com melanoma avançado. Especialistas, porém, apontam que o custo elevado e a organização da distribuição no SUS ainda limitam o acesso em parte dos casos.</p><p>A Fundação do Câncer recomenda acompanhamento médico e atenção a alterações suspeitas. No caso dos olhos, exames oftalmológicos de rotina podem contribuir para identificar alterações antes do surgimento de sintomas mais claros.</p>",
            "summary": "Estudo da Fundação do Câncer alerta para melanomas que surgem nos olhos, mucosas e outros órgãos e reforça importância do diagnóstico precoce.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/0a516692-d884-4269-94c2-32697d2876f9/conversions/estudo-alerta-para-melanoma-que-pode-surgir-fora-da-pele-large.webp",
            "date_published": "2026-09-15T11:00:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-15T11:52:30+00:00",
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            "title": "Carreta da Odontologia começa a atender no Jardim Costa e Silva, em Cubatão",
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            "content_html": "<p>A Carreta da Odontologia começa a atender nesta segunda-feira (14) no Jardim Costa e Silva, em Cubatão. A unidade móvel ficará estacionada na <strong>Rua Marechal Rondon, 230</strong>, oferecendo gratuitamente procedimentos de prevenção e cuidados com a saúde bucal.</p><p>Os atendimentos acontecem de segunda a sexta-feira, das <strong>8h às 17h</strong>. A expectativa informada pela Prefeitura de Cubatão é de aproximadamente 50 atendimentos por dia.</p><h2>Quais serviços estão disponíveis</h2><p>Entre os procedimentos oferecidos estão limpeza, raspagem, restauração, aplicação de flúor e tratamentos preventivos. A proposta é ampliar o acesso da população aos cuidados odontológicos e levar o atendimento para diferentes bairros da cidade.</p><p>Para ser atendido, o morador deve apresentar um documento oficial de identidade. A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde e integra a estratégia de atendimento itinerante do município.</p><h2>Carreta já passou por outros bairros</h2><p>Desde julho, a unidade móvel já percorreu bairros como Vila Natal, Vila Nova, Vila dos Pescadores, Ilha Caraguatá e Vila São José. Segundo a Prefeitura, cerca de <strong>1.000 atendimentos</strong> foram realizados nesse período.</p><p>Depois do Jardim Costa e Silva, a programação prevê a ida da Carreta da Odontologia ao Jardim Nova República. O atendimento no próximo bairro está previsto para começar em <strong>28 de setembro</strong>, na Rua Alaíde Soares de Souza Chaves.</p><h2>Atendimento descentralizado</h2><p>A Prefeitura afirma que a iniciativa busca facilitar o acesso aos serviços odontológicos, especialmente para moradores que encontram dificuldade para chegar a unidades fixas de saúde. O modelo itinerante permite concentrar atendimentos por períodos determinados em diferentes regiões do município.</p><p>A orientação é que os interessados procurem a unidade móvel dentro do horário divulgado e levem documento oficial de identificação para o cadastro.</p>",
            "summary": "Carreta da Odontologia atende no Jardim Costa e Silva, em Cubatão, com serviços gratuitos e previsão de cerca de 50 atendimentos por dia.",
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            "date_published": "2026-09-14T11:51:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-14T11:56:29+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Sarampo acende alerta em São Paulo; adultos de até 59 anos também podem precisar da vacina",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/12/sarampo-acende-alerta-em-sao-paulo-adultos-de-ate-59-anos-tambem-podem-precisar-da-vacina.html",
            "content_html": "<p>O aumento de casos de sarampo em São Paulo reforçou o alerta para que crianças, adolescentes e adultos confiram a situação vacinal. Em 2026, o Brasil soma <strong>29 casos confirmados</strong> da doença até a semana epidemiológica 35, sendo <strong>28 no estado de São Paulo</strong> e um no Rio de Janeiro, segundo dados oficiais de vigilância em saúde.</p><p>No estado paulista, a maior concentração está na capital, com 25 casos confirmados. Outros dois foram registrados em São Bernardo do Campo e um em Guarulhos. Apesar das ocorrências, o Brasil mantém o status de eliminação da transmissão endêmica do sarampo, mas as autoridades intensificaram vacinação, investigação de contatos e bloqueios vacinais.</p><h2>Adultos também devem conferir a vacinação</h2><p>Embora o sarampo seja frequentemente associado à infância, adultos também podem adoecer e transmitir o vírus. A recomendação nacional é que pessoas de até <strong>29 anos</strong> tenham duas doses da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.</p><p>Para adultos de <strong>30 a 59 anos</strong>, a orientação é ter pelo menos uma dose, caso não haja comprovação de vacinação anterior. Profissionais de saúde devem ter duas doses, independentemente da idade, por estarem mais expostos ao contato com pessoas doentes.</p><p>Quem não sabe se foi vacinado ou perdeu a caderneta deve procurar uma unidade do SUS para avaliação do histórico e orientação. Em geral, não há problema em receber uma dose adicional quando não existe comprovação, desde que não haja contraindicação médica.</p><h2>Crianças seguem esquema de rotina</h2><p>No calendário infantil, a primeira dose da tríplice viral é aplicada aos <strong>12 meses</strong>. Aos 15 meses, a criança recebe a segunda dose, conforme o esquema previsto pelo Programa Nacional de Imunizações.</p><p>Em áreas com circulação do vírus ou risco elevado de transmissão, autoridades sanitárias podem adotar estratégias adicionais, como a chamada <strong>dose zero</strong> para bebês de 6 a 11 meses. Essa dose extra não substitui as aplicações de rotina aos 12 e 15 meses.</p><h2>São Paulo reforçou vacinação</h2><p>Diante da cadeia de transmissão identificada no estado, municípios paulistas intensificaram ações de vacinação. Na capital, mais de <strong>2,1 milhões de doses contra o sarampo</strong> foram aplicadas durante a mobilização ampliada realizada em agosto, segundo dados municipais.</p><p>Mesmo após o fim das ações especiais, a vacina continua disponível gratuitamente nas unidades do SUS. A recomendação é não esperar o aparecimento de novos casos para atualizar o esquema.</p><h2>Sarampo é altamente contagioso</h2><p>O sarampo é causado por um vírus transmitido pelo ar por meio de gotículas e aerossóis liberados quando uma pessoa infectada tosse, fala ou espirra. O vírus tem alta capacidade de transmissão e pode permanecer no ambiente por algum tempo após a saída do doente.</p><p>Uma pessoa infectada pode transmitir o vírus antes mesmo do aparecimento das manchas vermelhas na pele, o que facilita a disseminação em ambientes fechados e locais com baixa cobertura vacinal.</p><h2>Principais sintomas</h2><p>Os sintomas mais comuns incluem <strong>febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas vermelhas na pele</strong> que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo.</p><p>Também podem ocorrer mal-estar, perda de apetite e maior sensibilidade à luz. A doença pode evoluir com complicações como pneumonia, infecção de ouvido e, em casos mais graves, alterações neurológicas.</p><h2>Crianças pequenas e imunossuprimidos exigem maior atenção</h2><p>Bebês, crianças pequenas, gestantes e pessoas com comprometimento do sistema imunológico estão entre os grupos que podem apresentar maior risco de complicações.</p><p>A vacina tríplice viral é produzida com vírus vivos atenuados e possui contraindicações específicas, inclusive em determinadas situações de gestação e imunossupressão. Nesses casos, a avaliação deve ser feita por profissional de saúde.</p><h2>O que fazer diante de suspeita</h2><p>Quem apresentar sintomas compatíveis e tiver histórico de contato com caso suspeito ou confirmado deve evitar circular em locais com outras pessoas e procurar orientação de um serviço de saúde.</p><p>É recomendável informar previamente a unidade sobre a suspeita, quando possível, para que medidas de isolamento e proteção possam ser adotadas e reduzir o risco de transmissão dentro do próprio serviço.</p><h2>Vacinação é a principal forma de prevenção</h2><p>O Ministério da Saúde reforça que a vacinação é a estratégia mais eficaz para impedir a circulação do vírus. Altas coberturas vacinais também protegem pessoas que não podem receber a vacina por contraindicação médica.</p><p>Mesmo com o status de eliminação da transmissão endêmica preservado, casos importados ou cadeias localizadas podem ocorrer enquanto o vírus circular em outros países. Por isso, manter o esquema vacinal atualizado continua sendo essencial para evitar novos surtos.</p>",
            "summary": "Brasil registra 29 casos de sarampo em 2026, 28 deles em São Paulo. Adultos de até 59 anos devem conferir se o esquema da tríplice viral está completo.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/25846388-c648-4684-b6e9-50c0236dcf14/conversions/sarampo-acende-alerta-em-sao-paulo-e-adultos-de-ate-59-anos-podem-precisar-da-va-large.webp",
            "date_published": "2026-09-12T12:39:20+00:00",
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            "title": "Oftalmologistas alertam para excesso de telas e aumento da miopia em crianças",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/12/oftalmologistas-alertam-para-excesso-de-telas-e-aumento-da-miopia-em-criancas.html",
            "content_html": "<p>O avan&ccedil;o da miopia entre crian&ccedil;as e adolescentes levou a Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pedi&aacute;trica (SBOP) e o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) a refor&ccedil;arem o alerta sobre o excesso de atividades de perto, especialmente diante de celulares, tablets e computadores, e sobre a pouca exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; luz natural.</p>\n<p>As entidades lan&ccedil;aram nesta sexta-feira (11), durante o 70&ordm; Congresso Brasileiro de Oftalmologia, em Salvador, a cartilha <strong>Mais Tempo ao Ar Livre, Mais Sa&uacute;de para os Olhos</strong>. O material re&uacute;ne orienta&ccedil;&otilde;es para fam&iacute;lias, escolas, profissionais de sa&uacute;de e institui&ccedil;&otilde;es de educa&ccedil;&atilde;o.</p>\n<h2>Duas horas por dia ao ar livre</h2>\n<p>A recomenda&ccedil;&atilde;o central &eacute; que crian&ccedil;as e adolescentes passem pelo menos <strong>duas horas por dia em atividades ao ar livre</strong>, como brincadeiras, caminhadas, esportes e contato com a natureza.</p>\n<p>Segundo o CBO, a exposi&ccedil;&atilde;o &agrave; luz natural funciona como fator de prote&ccedil;&atilde;o contra a progress&atilde;o da miopia e tamb&eacute;m reduz o tempo dedicado a tarefas realizadas muito perto dos olhos e em ambientes fechados.</p>\n<p>Os especialistas ressaltam que n&atilde;o se trata de eliminar o uso de tecnologia, mas de equilibrar a rotina com per&iacute;odos fora das telas e atividades em diferentes dist&acirc;ncias visuais.</p>\n<h2>Limite de telas varia conforme a idade</h2>\n<p>A cartilha estabelece limites de exposi&ccedil;&atilde;o a telas por faixa et&aacute;ria. Para menores de 2 anos, a orienta&ccedil;&atilde;o &eacute; evitar o uso. Entre 2 e 5 anos, o limite recomendado &eacute; de at&eacute; uma hora por dia.</p>\n<p>Para crian&ccedil;as entre 5 e 10 anos, a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; de at&eacute; duas horas di&aacute;rias. Entre 10 e 18 anos, o limite indicado &eacute; de at&eacute; tr&ecirc;s horas por dia.</p>\n<p>As entidades explicam que crian&ccedil;as menores t&ecirc;m o sistema visual em forma&ccedil;&atilde;o e, por isso, s&atilde;o mais vulner&aacute;veis &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o prolongada a telas e outras atividades realizadas a curta dist&acirc;ncia.</p>\n<h2>Pausas tamb&eacute;m ajudam a proteger a vis&atilde;o</h2>\n<p>Al&eacute;m da redu&ccedil;&atilde;o do tempo de tela, os oftalmologistas recomendam pausas regulares durante estudos, jogos e outras atividades que exigem foco visual pr&oacute;ximo.</p>\n<p>Manter dist&acirc;ncia adequada dos dispositivos, evitar uso prolongado em ambientes mal iluminados e alternar tarefas de perto com momentos em que os olhos possam focalizar objetos mais distantes tamb&eacute;m fazem parte das orienta&ccedil;&otilde;es.</p>\n<p>O uso excessivo de telas pode ainda reduzir a frequ&ecirc;ncia do piscar, aumentando a evapora&ccedil;&atilde;o das l&aacute;grimas e contribuindo para sintomas de olho seco, como ard&ecirc;ncia, vermelhid&atilde;o, coceira e vis&atilde;o emba&ccedil;ada.</p>\n<h2>Miopia exige acompanhamento oftalmol&oacute;gico</h2>\n<p>A miopia &eacute; uma altera&ccedil;&atilde;o visual em que objetos distantes aparecem desfocados. Em crian&ccedil;as, a progress&atilde;o pode ocorrer durante os anos de crescimento e exige acompanhamento oftalmol&oacute;gico para avaliar a necessidade de corre&ccedil;&atilde;o e outras medidas de controle.</p>\n<p>Os especialistas alertam que sinais como dificuldade para enxergar a lousa, aproxima&ccedil;&atilde;o excessiva de livros ou telas, apertar os olhos para ver de longe e queixas frequentes de vis&atilde;o borrada devem motivar uma avalia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica.</p>\n<h2>Projeto atendeu cerca de mil crian&ccedil;as em Salvador</h2>\n<p>O lan&ccedil;amento da cartilha ocorreu durante a quinta edi&ccedil;&atilde;o do Projeto Pequenos Olhares CBO, realizado paralelamente ao congresso de oftalmologia.</p>\n<p>A a&ccedil;&atilde;o ofereceu consultas e exames a cerca de <strong>mil crian&ccedil;as e adolescentes</strong>, al&eacute;m de distribuir gratuitamente &oacute;culos para aqueles que apresentaram necessidade de corre&ccedil;&atilde;o visual.</p>\n<p>O material ser&aacute; encaminhado a secretarias de Sa&uacute;de e Educa&ccedil;&atilde;o de todo o pa&iacute;s com o objetivo de ampliar a conscientiza&ccedil;&atilde;o sobre h&aacute;bitos que podem ajudar a preservar a sa&uacute;de dos olhos desde a inf&acirc;ncia.</p>",
            "summary": "Cartilha de oftalmologistas recomenda duas horas diárias ao ar livre e limites de telas por idade para reduzir riscos relacionados à miopia infantil.",
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            "date_published": "2026-09-11T22:10:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-12T11:57:58+00:00",
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            "title": "Rio recebe base da Força Nacional do SUS para resposta a emergências do El Niño",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/10/rio-recebe-base-da-forca-nacional-do-sus-para-resposta-a-emergencias-do-el-nino.html",
            "content_html": "<p>O Rio de Janeiro passou a contar com uma base regional da <strong>Força Nacional do SUS</strong> para acelerar a resposta a emergências de saúde provocadas por eventos climáticos extremos. A estrutura integra o plano federal de preparação para os efeitos do <strong>El Niño 2026–2027</strong> e poderá ser acionada para apoiar ocorrências em qualquer estado do Sudeste.</p><p>Segundo o Ministério da Saúde, a unidade terá capacidade de mobilização rápida, com previsão de chegada de equipes e equipamentos em até <strong>12 horas</strong> após o acionamento. A base do Rio é a terceira estrutura regional desse tipo instalada no país.</p><h2>Base terá posto médico avançado e comunicação própria</h2><p>A estrutura contará com posto médico avançado, veículos de apoio, equipamentos de comunicação via satélite e drones para reconhecimento de áreas afetadas. O objetivo é garantir autonomia operacional mesmo quando redes locais de energia, telefonia ou transporte estiverem comprometidas.</p><p>Os recursos poderão ser utilizados em enchentes, deslizamentos, ondas de calor e outras emergências com impacto direto sobre a saúde da população.</p><h2>Foco é reduzir tempo de resposta</h2><p>A criação de bases regionais busca encurtar a distância entre os centros de apoio e os locais atingidos por desastres. Com equipes e equipamentos previamente posicionados, o Ministério da Saúde pretende reduzir o tempo de deslocamento e ampliar a capacidade de atendimento nos primeiros momentos de uma crise.</p><p>A Força Nacional do SUS atua de forma complementar às estruturas estaduais e municipais, especialmente quando a capacidade local precisa de reforço diante de situações de maior gravidade ou extensão.</p><h2>El Niño aumenta atenção para eventos extremos</h2><p>O governo federal reforçou a preparação diante da expectativa de influência do El Niño sobre o clima brasileiro no ciclo 2026–2027. O fenômeno pode alterar padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões e aumentar a ocorrência de eventos extremos.</p><p>No Sudeste, a atenção se concentra em episódios de calor intenso, chuvas volumosas, alagamentos e deslizamentos, que podem provocar aumento da demanda por atendimento médico e interrupção de serviços essenciais.</p><h2>Estratégia inclui atuação integrada</h2><p>A base regional deverá atuar em articulação com secretarias de saúde, Defesa Civil e equipes de emergência. Em situações críticas, poderá apoiar triagem de pacientes, estabilização, hospitais locais, distribuição de insumos e monitoramento sanitário.</p><p>O uso de drones poderá auxiliar na avaliação de áreas de difícil acesso, enquanto a comunicação por satélite permite manter contato com centros de coordenação mesmo quando a infraestrutura convencional estiver indisponível.</p><h2>Rio vira ponto estratégico para o Sudeste</h2><p>Com a nova unidade, o Rio de Janeiro passa a funcionar como ponto estratégico de resposta rápida da Força Nacional do SUS na região Sudeste. A localização facilita o deslocamento para estados vizinhos em caso de emergência.</p><p>O Ministério da Saúde afirma que a expansão da estrutura faz parte de uma política de adaptação do SUS às mudanças climáticas e ao aumento da ocorrência de desastres com impacto sobre a saúde pública.</p>",
            "summary": "Rio recebe base regional da Força Nacional do SUS para responder a emergências climáticas no Sudeste durante o El Niño 2026–2027.",
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            "date_published": "2026-09-10T00:16:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-10T04:19:11+00:00",
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            "title": "Setembro Amarelo descentraliza apoio emocional em Registro com ações em 19 postos de saúde",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/08/setembro-amarelo-descentraliza-apoio-emocional-em-registro-com-acoes-em-19-postos-de-saude.html",
            "content_html": "<p>A conscientização sobre a saúde mental ganha um novo mapa em Registro, no Vale do Ribeira. Ao longo deste mês, a Prefeitura de Registro, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, mobiliza 19 unidades de saúde para realizar uma série de ações integradas voltadas à prevenção do suicídio e à valorização da vida. O movimento faz parte da campanha nacional <strong>Setembro Amarelo</strong>, mas assume um caráter essencialmente comunitário ao levar o debate para dentro dos bairros periféricos e centrais.</p><p>A estratégia centraliza o esforço na prevenção primária. Em vez de esperar que o paciente chegue aos serviços de alta complexidade em momentos de crise aguda, a gestão municipal optou por abrir as portas das Unidades de Saúde da Família (USF) para o acolhimento imediato. Com isso, o município busca quebrar o silêncio que frequentemente cerca os transtornos mentais, oferecendo escuta ativa e orientação profissional perto da residência dos moradores.</p><h2>O SUS como porta de entrada para a preservação da vida</h2><p>Historicamente, o acesso a psicólogos e psiquiatras era visto como um gargalo no Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente em cidades fora dos grandes eixos metropolitanos. Ao descentralizar o atendimento e treinar as equipes das 19 unidades locais, a Secretaria de Saúde de Registro transforma o posto de saúde do bairro em um espaço seguro de triagem e acolhimento.</p><p>Os médicos de saúde da família e os enfermeiros das equipes locais desempenham um papel crucial nesse fluxo de assistência. Eles são os primeiros a identificar os sinais sutis de sofrimento psíquico, como o isolamento social, as dores físicas sem causa clínica aparente e as mudanças bruscas de comportamento. Quando necessário, esses profissionais realizam o encaminhamento ágil para o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial), assegurando que o paciente receba um tratamento continuado e especializado.</p><h2>Como funcionam as rodas de conversa e a escuta ativa</h2><p>O cronograma do Setembro Amarelo em Registro inclui dinâmicas interativas que vão muito além da distribuição de folhetos informativos. Ao longo do mês, as salas de espera das unidades de saúde serão transformadas em espaços de diálogo, onde profissionais conduzem rodas de conversa focadas em desmistificar os transtornos de ansiedade e depressão.</p><p>As equipes também programaram atividades voltadas para o público jovem e idoso, duas das faixas etárias mais vulneráveis a crises de saúde mental no cenário pós-pandemia. A proposta é criar uma rede de apoio mútua, onde as pessoas aprendam a reconhecer os sinais de alerta em si mesmas e também em seus familiares ou vizinhos. O tom das abordagens prioriza a empatia, mostrando que o sofrimento emocional não é sinal de fraqueza, mas uma condição que exige cuidados adequados.</p><h2>O peso do diagnóstico precoce fora dos grandes centros</h2><p>O investimento em saúde mental preventiva em Registro responde a uma demanda crescente observada em todo o Brasil. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que a depressão e a ansiedade geram um impacto profundo no bem-estar social e na produtividade das cidades. Em regiões do interior paulista, a barreira do preconceito muitas vezes impede que a população procure ajuda médica a tempo.</p><p>Ao espalhar ações por 19 pontos diferentes do município, a prefeitura combate frontalmente essa barreira cultural. A presença da campanha no cotidiano do cidadão normaliza a busca por psicoterapia e apoio médico, transformando a rotina de cuidados com a mente em algo tão natural quanto a prevenção da hipertensão ou do diabetes.</p><h2>Onde e como buscar ajuda contínua</h2><p>Para além das ações pontuais programadas para o mês, a rede pública de saúde de Registro mantém canais de acolhimento permanentes. Qualquer cidadão que esteja passando por momentos difíceis pode procurar diretamente a unidade de saúde mais próxima do seu domicílio para receber orientação. O atendimento é gratuito e totalmente confidencial.</p><p>Adicionalmente, em situações de urgência emocional fora do horário de funcionamento dos postos de saúde, a população pode recorrer ao telefone 188 do Centro de Valorização da Vida (CVV). O serviço funciona 24 horas por dia e oferece apoio gratuito a quem precisa desabafar. Os desdobramentos dessa mobilização municipal devem pavimentar o fortalecimento das políticas públicas de assistência social e saúde mental na região para os próximos anos, consolidando o cuidado contínuo como prioridade de governo.</p>",
            "summary": "Registro mobiliza 19 unidades de saúde no Setembro Amarelo para descentralizar o atendimento psicológico e combater o estigma da saúde mental.",
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            "date_published": "2026-09-08T11:49:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-08T11:52:46+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Doação de órgãos: por que 45% das famílias dizem não e como a saúde tenta mudar isso",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/08/doacao-de-orgaos-por-que-45-das-familias-dizem-nao-e-como-a-saude-tenta-mudar-isso.html",
            "content_html": "<h2>O gargalo invisível que trava a fila de transplantes no Brasil</h2><p>O momento da perda de um ente querido é uma das situações mais dolorosas para uma família. Diante da constatação da morte encefálica, os familiares se veem diante da difícil decisão de autorizar ou não a doação de órgãos para salvar vidas de desconhecidos. No Brasil, essa conversa decisiva esbarra em um obstáculo silencioso: a taxa média de recusa familiar gira em torno de 45%, um índice alarmante que expõe não a falta de solidariedade da população, mas falhas profundas no acolhimento hospitalar.</p><p>Esse índice, mapeado pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) no Registro Brasileiro de Transplantes, revela que quase metade das oportunidades de salvar vidas é perdida dentro das UTIs. A disparidade de dados entre estados e até mesmo entre hospitais da mesma cidade evidencia que a decisão de doar está diretamente ligada à qualidade da comunicação médica e ao amparo psicológico recebido durante o luto.</p><h2>A dor da abordagem fria e o peso dos termos técnicos</h2><p>Segundo o médico Cristiano Franke, presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB), a maioria das pessoas que deseja ser doadora não deixa sua vontade formalizada de maneira clara, o que transfere uma responsabilidade imensa para os parentes em um momento de desespero. Contudo, o maior entrave ainda está na postura das equipes de saúde na linha de frente.</p><p>Muitas vezes, as famílias não recebem informações adequadas devido a abordagens consideradas frias, excessivamente técnicas ou comerciais. Realizar conversas difíceis sobre morte encefálica em corredores barulhentos ou salas improvisadas gera desconfiança. As famílias chegam a perceber que os hospitais estão mais interessados nos órgãos do que no sofrimento humano do paciente e de seus entes queridos.</p><p>Além da barreira de comunicação, mitos antigos continuam a alimentar a rejeição. Há o temor de desfiguração do corpo pós-morte, crenças religiosas particulares e, principalmente, a negação do diagnóstico de morte encefálica por falta de explicação compreensível. Quando o médico explica detalhadamente o processo de reconstituição do corpo e garante que o velório ocorrerá normalmente, o medo costuma ceder espaço ao altruísmo.</p><h2>Treinamento em massa: humanizar para salvar</h2><p>Para tentar reverter esse cenário, a AMIB, em parceria com o Ministério da Saúde, liderou um grande esforço nacional de capacitação. Entre setembro de 2025 e agosto de 2026, o projeto formou 2.534 profissionais de saúde para atuar em todas as etapas do processo de doação e transplante, superando em 25% a meta inicial estabelecida pelo governo federal.</p><p>As aulas focaram no Gerenciamento no Processo de Doação e Transplante (GPDT) e no uso da Comunicação em Situações Críticas (CSC). Foram qualificados 933 médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e até fisioterapeutas em 25 estados brasileiros. Desse grupo de médicos, 473 receberam treinamento específico voltado ao rigoroso protocolo de determinação da morte encefálica, garantindo segurança jurídica e clínica para as famílias.</p><h2>Evolução tímida e o futuro dos transplantes</h2><p>Os dados mais recentes de 2025 revelam que o Brasil registrou 15.940 potenciais doadores, mas apenas 4.335 tornaram-se doadores efetivos. Das entrevistas realizadas com familiares, 4.200 resultaram em recusa imediata. Ainda assim, houve uma evolução tímida no cenário geral: o país alcançou a marca de 20,3 doadores efetivos por milhão de habitantes em 2025, uma leve melhora em relação aos 19,2 registrados em 2024.</p><p>O caminho para o Brasil consolidar-se como referência global em transplantes exige que o acolhimento nas UTIs deixe de ser um protocolo burocrático e passe a ser visto como parte essencial do tratamento humanizado. Capacitar equipes médicas não é apenas um avanço técnico, mas uma estratégia vital para que a dor da perda possa se transformar na esperança de recomeço para milhares de pessoas que aguardam na fila de transplantes.</p>",
            "summary": "Com 45% de recusa familiar na doação de órgãos, projeto nacional capacita profissionais de saúde para humanizar o atendimento e salvar vidas na fila do SUS.",
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            "date_published": "2026-09-08T11:38:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-08T11:39:39+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Mongaguá unifica prontuário na UPA Agenor de Campos para agilizar atendimento",
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            "content_html": "<p>A modernização da saúde pública na Baixada Santista ganhou um reforço estratégico que promete redefinir a agilidade e a segurança do atendimento aos cidadãos. A Prefeitura de Mongaguá, por meio de sua Diretoria de Saúde, iniciou a operação do sistema e-SUS PAC na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Agenor de Campos. O impacto imediato dessa migração tecnológica vai muito além da simples digitalização de processos burocráticos: trata-se da criação de uma rede de dados conectada capaz de salvar vidas pela precisão da informação em tempo real.</p><p>Até então, o histórico clínico de quem buscava o atendimento de urgência e emergência ficava isolado na unidade de saúde que realizava o procedimento primário. Com a nova integração de prontuário eletrônico, médicos, enfermeiros e equipes de triagem passam a acessar instantaneamente o registro médico unificado do paciente, permitindo visualizar diagnósticos prévios, alergias graves, medicamentos de uso contínuo e exames laboratoriais realizados recentemente na rede pública municipal.</p><h2>Agilidade no diagnóstico e decisões clínicas seguras</h2><p>A chegada do e-SUS PAC à UPA Agenor de Campos responde de forma prática a um dos maiores gargalos históricos do Sistema Único de Saúde (SUS): a fragmentação de informações no fluxo assistencial. No modelo anterior, o paciente com sintomas agudos ou seus familiares precisavam relatar minuciosamente todo o histórico em momentos de crise, o que aumentava os riscos de erros de comunicação.</p><p>Agora, o fluxo de triagem ganha dinamismo. No momento do cadastro na recepção, a equipe hospitalar cruza os dados do cidadão e recupera a ficha digital unificada. Essa interoperabilidade diminui o tempo de espera pré-consulta e traz enorme segurança clínica na administração de fármacos, gerando alertas automáticos sobre interações medicamentosas perigosas ou contraindicações específicas.</p><h2>Economia para o município e fim da duplicidade de exames</h2><p>Para o orçamento municipal de Mongaguá, a implantação desse ecossistema digitalizado gera eficiência fiscal e otimização de recursos. Um dos problemas mais comuns da gestão de saúde é a repetição desnecessária de exames de sangue ou de imagem por falta de histórico acessível. Com o novo sistema, laudos e resultados anteriores são visualizados na tela do consultório.</p><p>A otimização evita o desperdício de insumos públicos, diminui as filas de espera para novos exames laboratoriais e garante que a prefeitura possa redirecionar verbas para áreas preventivas. A iniciativa estabelece uma gestão de saúde baseada em indicadores integrados e tomada de decisões sob demanda.</p><h2>O futuro da saúde conectada no Litoral Paulista</h2><p>A transição no município de Mongaguá representa um marco no amadurecimento tecnológico regional. A meta da administração é estender este modelo a todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e centros de especialidades locais, integrando completamente o fluxo de atendimento da cidade.</p><p>O sucesso das próximas etapas reside no treinamento contínuo das equipes multidisciplinares e no cumprimento rigoroso da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no ambiente hospitalar. O horizonte aponta para uma integração regional que permitirá, futuramente, conectar Mongaguá a redes de urgência e regulação de vagas da Baixada Santista com muito mais agilidade técnica.</p>",
            "summary": "Mongaguá implanta e-SUS PAC na UPA Agenor de Campos, interligando o prontuário eletrônico dos pacientes e transformando a agilidade da saúde municipal.",
            "image": "https://cdn.diariodabaixada.com.br/Folder/2026/09/5dce6f8b-9fcc-4219-ba9e-4e1ec1494535/conversions/atendimento-medico-digitalizado-na-upa-agenor-de-campos-em-mongagua-large.webp",
            "date_published": "2026-09-04T11:12:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-04T11:14:04+00:00",
            "authors": [
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            "title": "Anvisa proíbe e manda apreender produtos da United Labz vendidos na internet",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/02/anvisa-proibe-e-manda-apreender-produtos-da-united-labz-vendidos-na-internet.html",
            "content_html": "<p>A Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa) determinou a proibi&ccedil;&atilde;o e a apreens&atilde;o de todos os produtos sob a marca United Labz. A resolu&ccedil;&atilde;o, oficializada no Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o, mira o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico de subst&acirc;ncias promissoras para o emagrecimento, como a tirzepatida e a retatrutida, vendidas de forma irregular diretamente ao consumidor.</p>\n<p>O cerco regulat&oacute;rio acende um alerta urgente sobre o avan&ccedil;o do mercado paralelo de pept&iacute;deos sint&eacute;ticos no ambiente digital. Para quem busca tratamento contra a obesidade, a decis&atilde;o da Anvisa exp&otilde;e os perigos invis&iacute;veis de adquirir medicamentos manipulados sem o devido controle sanit&aacute;rio, em portais que burlam as exig&ecirc;ncias m&eacute;dicas tradicionais.</p>\n<h2>A febre dos novos emagrecedores e o mercado cinza</h2>\n<p>Medicamentos que atuam nos receptores hormonais para controle de apetite revolucionaram o tratamento da obesidade nos &uacute;ltimos anos. Subst&acirc;ncias como a tirzepatida, princ&iacute;pio ativo de medicamentos autorizados como o Mounjaro, da Eli Lilly, tornaram-se alvo de forte demanda global.</p>\n<p>A retatrutida, por sua vez, representa uma fronteira ainda mais nova, sendo um triplo agonista hormonal que segue em fase avan&ccedil;ada de testes cl&iacute;nicos, sem aprova&ccedil;&atilde;o definitiva de comercializa&ccedil;&atilde;o em larga escala na maioria dos pa&iacute;ses. A United Labz comercializava essas mol&eacute;culas em seu site, oferecendo uma via de acesso sem a necessidade de prescri&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica.</p>\n<p>Esse ecossistema digital, muitas vezes rotulado sob termos amb&iacute;guos de \"produtos para fins de pesquisa\", atrai milhares de consumidores que tentam escapar do alto custo dos medicamentos de refer&ecirc;ncia ou da fila de espera por receitas m&eacute;dicas.</p>\n<h2>Os perigos ocultos da automedica&ccedil;&atilde;o de laborat&oacute;rio</h2>\n<p>Comprar tirzepatida ou retatrutida fora do circuito das farm&aacute;cias credenciadas e da ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica regulada envolve riscos severos &agrave; sa&uacute;de p&uacute;blica. Como esses produtos n&atilde;o passam pelo crivo da Anvisa, n&atilde;o h&aacute; qualquer garantia sobre o grau de pureza da mat&eacute;ria-prima utilizada.</p>\n<p>M&eacute;dicos e endocrinologistas alertam que laborat&oacute;rios clandestinos ou sem certifica&ccedil;&atilde;o adequada frequentemente falham no controle de esterilidade. A presen&ccedil;a de impurezas qu&iacute;micas, solventes industriais ou contamina&ccedil;&otilde;es bacterianas pode provocar rea&ccedil;&otilde;es adversas graves, que v&atilde;o de infec&ccedil;&otilde;es locais a choques anafil&aacute;ticos.</p>\n<p>Al&eacute;m disso, a dosagem imprecisa &eacute; outro fator cr&iacute;tico. Frascos que prometem dosagens espec&iacute;ficas dessas subst&acirc;ncias podem conter concentra&ccedil;&otilde;es muito maiores ou menores do que o anunciado, expondo o usu&aacute;rio a epis&oacute;dios de hipoglicemia severa, desidrata&ccedil;&atilde;o por v&ocirc;mitos incontrol&aacute;veis e danos renais agudos.</p>\n<h2>A extens&atilde;o da medida e o desafio da fiscaliza&ccedil;&atilde;o online</h2>\n<p>A nova determina&ccedil;&atilde;o da Anvisa imp&otilde;e n&atilde;o apenas a apreens&atilde;o f&iacute;sica dos estoques da United Labz, mas tamb&eacute;m a proibi&ccedil;&atilde;o imediata de qualquer publicidade, distribui&ccedil;&atilde;o ou comercializa&ccedil;&atilde;o das subst&acirc;ncias em territ&oacute;rio nacional. Os canais de vendas na internet e perfis de redes sociais associados &agrave; marca entram na mira de derrubada imediata.</p>\n<p>Embora a ag&ecirc;ncia tenha autoridade para proibir o com&eacute;rcio, o ambiente virtual imp&otilde;e barreiras complexas. Muitas dessas marcas operam com servidores hospedados fora do Brasil, alterando dom&iacute;nios rapidamente para escapar de notifica&ccedil;&otilde;es judiciais. Esse dinamismo exige uma coopera&ccedil;&atilde;o cada vez mais estreita entre a Anvisa, provedores de conex&atilde;o e plataformas de pagamento digital.</p>\n<h2>O futuro do controle de pept&iacute;deos no Brasil</h2>\n<p>A ofensiva contra a United Labz sinaliza um endurecimento das pol&iacute;ticas de vigil&acirc;ncia frente &agrave; populariza&ccedil;&atilde;o de f&oacute;runs e sites especializados na venda direta de pept&iacute;deos. A tend&ecirc;ncia &eacute; que a fiscaliza&ccedil;&atilde;o migre para modelos preditivos, monitorando an&uacute;ncios patrocinados e o tr&aacute;fego de insumos em portos e aeroportos.</p>\n<p>Para o paciente, o caminho seguro permanece atrelado ao diagn&oacute;stico cl&iacute;nico formal. A busca pelo emagrecimento saud&aacute;vel demanda o acompanhamento de profissionais da sa&uacute;de capazes de prescrever terapias aprovadas e monitorar as respostas biol&oacute;gicas de forma segura e controlada.</p>",
            "summary": "Anvisa proíbe venda de tirzepatida e retatrutida pela marca United Labz. Ação mira mercado paralelo de emagrecedores e alerta para os riscos à saúde.",
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            "date_published": "2026-09-02T02:30:00+00:00",
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            "title": "Carretas da Mamografia rodam SP para agilizar exames contra o câncer de mama",
            "url": "https://diariodabaixada.com.br/saude/2026/09/01/carretas-da-mamografia-rodam-sp-para-agilizar-exames-contra-o-cancer-de-mama.html",
            "content_html": "<p>Decis&otilde;es r&aacute;pidas salvam vidas, mas a dist&acirc;ncia geogr&aacute;fica ainda se imp&otilde;e como um dos maiores obst&aacute;culos para que milhares de mulheres tenham acesso ao diagn&oacute;stico precoce do c&acirc;ncer de mama. Para enfrentar essa barreira invis&iacute;vel, a Secretaria de Estado da Sa&uacute;de de S&atilde;o Paulo (SES-SP) mobiliza as Carretas de Mamografia. A iniciativa percorre dez munic&iacute;pios paulistas com o objetivo de descentralizar o rastreamento preventivo diretamente nos territ&oacute;rios das pacientes, reduzindo o fluxo em grandes centros urbanos e eliminando deslocamentos cansativos.</p>\n<h2>O gargalo do diagn&oacute;stico preventivo fora das capitais</h2>\n<p>O c&acirc;ncer de mama &eacute; a neoplasia que mais afeta a popula&ccedil;&atilde;o feminina no Brasil, de acordo com dados compilados pelo Instituto Nacional de C&acirc;ncer (INCA). Embora a mamografia seja o padr&atilde;o-ouro para detectar tumores ainda em fase subcl&iacute;nica, quando as chances de cura chegam a 95%, a jornada para conseguir o exame no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) costuma ser longa para quem vive longe das regi&otilde;es metropolitanas.</p>\n<p>As dificuldades log&iacute;sticas come&ccedil;am na marca&ccedil;&atilde;o de consultas b&aacute;sicas e passam pela falta de equipamentos calibrados em cidades de pequeno porte. Ao colocar consult&oacute;rios sobre rodas para cruzar o estado, o programa estadual busca encurtar esse caminho. Essa estrat&eacute;gia de busca ativa localiza pacientes que, de outra forma, s&oacute; descobririam a doen&ccedil;a em est&aacute;gios avan&ccedil;ados, demandando interven&ccedil;&otilde;es mais agressivas e de menor efic&aacute;cia.</p>\n<h2>Como garantir o atendimento nas unidades m&oacute;veis</h2>\n<p>O acesso ao servi&ccedil;o foi desenhado para ser o mais desburocratizado poss&iacute;vel. Mulheres com idade entre 50 e 69 anos, faixa considerada priorit&aacute;ria pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS), podem realizar o exame sem necessidade de pedido m&eacute;dico. Para este grupo, basta comparecer ao local de parada da carreta portando o Registro Geral (RG) e o cart&atilde;o nacional do SUS.</p>\n<p>Para as mulheres de outras faixas et&aacute;rias que necessitam de avalia&ccedil;&atilde;o, o procedimento exige uma requisi&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via, que pode ser emitida por qualquer m&eacute;dico da Unidade B&aacute;sica de Sa&uacute;de (UBS) do munic&iacute;pio. Essa triagem garante que recursos sejam aplicados de forma inteligente, sem desassistir quem apresenta sintomas suspeitos ou hist&oacute;rico familiar forte de c&acirc;ncer de mama antes dos 50 anos.</p>\n<h2>Conex&atilde;o direta com o tratamento e os pr&oacute;ximos passos</h2>\n<p>A atua&ccedil;&atilde;o das Carretas da Mamografia n&atilde;o termina com a entrega do exame de imagem. O grande diferencial do programa &eacute; a conex&atilde;o direta com a rede de oncologia do estado. Caso o laudo aponte alguma altera&ccedil;&atilde;o mam&aacute;ria, a paciente n&atilde;o &eacute; devolvida &agrave; fila comum de espera. O sistema integrado realiza o agendamento de exames complementares, como ultrassonografias e bi&oacute;psias, em hospitais estatais de refer&ecirc;ncia da pr&oacute;pria regi&atilde;o.</p>\n<p>A agilidade nessa transi&ccedil;&atilde;o entre o rastreamento e a confirma&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica &eacute; vital. Estudos mostram que o tempo decorrido entre a suspeita cl&iacute;nica e o in&iacute;cio efetivo do tratamento oncol&oacute;gico &eacute; um fator determinante na sobrevida. Com a infraestrutura itinerante, o Estado tenta neutralizar o impacto da vulnerabilidade social e geogr&aacute;fica no progn&oacute;stico das pacientes.</p>\n<h2>Caminhos para a consolida&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de m&oacute;vel</h2>\n<p>A expans&atilde;o e consolida&ccedil;&atilde;o dessas frentes m&oacute;veis representam um avan&ccedil;o estrutural na cobertura do SUS em S&atilde;o Paulo. O desafio cont&iacute;nuo das gest&otilde;es p&uacute;blicas de sa&uacute;de passa pelo mapeamento preciso das demandas reprimidas no interior para que as rotas das carretas coincidam com os vazios assistenciais mais profundos. O futuro do combate ao c&acirc;ncer depende de estrat&eacute;gias preventivas din&acirc;micas, que entendem que o cuidado m&eacute;dico de alta complexidade deve ir ao encontro das pessoas, e n&atilde;o o contr&aacute;rio.</p>",
            "summary": "Carretas da Mamografia percorrem dez municípios em SP para facilitar o exame de prevenção do câncer de mama gratuito pelo SUS. Saiba como participar.",
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            "date_published": "2026-09-01T11:29:00+00:00",
            "date_modified": "2026-09-01T11:41:32+00:00",
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