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Gabriel Bortoleto, agora no projeto da Audi, mantém o Brasil representado no grid da Fórmula 1
QUANDO UM PAÍS POSSUI UM PILOTO COMPETITIVO NO GRID, O CAMPEONATO TENDE A GANHAR AINDA MAIS VISIBILIDADE LOCAL, AMPLIANDO O ALCANCE DAS TRANSMISSÕES, O INTERESSE DO PÚBLICO E O POTENCIAL DE ATIVAÇÃO COMERCIAL
Algumas das marcas presentes no grid da Fórmula 1
A presença no campeonato reúne empresas de diferentes setores da economia global.
Oracle – patrocinadora da Red Bull Racing
HP – parceira tecnológica e patrocinadora da Ferrari
Aramco – patrocinadora da Aston Martin
Mastercard – naming partner da McLaren
Atlassian – patrocinadora principal da Williams
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Nubank – nova parceira global da Mercedes-AMG PETRONAS
Além dessas empresas, o grid também reúne grandes fabricantes automotivos como Ferrari, Mercedes, McLaren e Aston Martin, enquanto novas montadoras, como a Audi, fizeram sua estreia na temporada de 2026.
A EXPECTATIVA POR UM NOVO ÍDOLO O interesse brasileiro pela Fórmula 1 também pode ganhar um novo impulso com a presença de Gabriel Bortoleto no grid. Campeão da Fórmula 3 em 2023 e da Fórmula 2 em 2024, o piloto foi confirmado como titular da Sauber para a temporada de 2025, equipe que passou a competir como Audi F1 Team em 2026. A presença de um brasileiro novamente entre os titulares encerra um período de quase uma década sem representantes fixos do país no campeonato e reacende a expectativa do público nacional. Historicamente, a presença de pilotos brasileiros sempre teve impacto direto no engajamento da audiência. Foi assim nas eras de Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna, e mais recentemente com Felipe Massa, último brasileiro a disputar temporadas completas na Fórmula 1. Para as empresas, esse fator emocional também tem peso estratégico. Quando um país possui um piloto competitivo no grid, o campeonato tende a ganhar ainda mais visibilidade local, ampliando o alcance das transmissões, o interesse do público e o potencial de ativação comercial.
MAIS DO QUE UM ESPORTE A Fórmula 1 vive hoje um momento de transformação que vai além das pistas. Sob a gestão da Liberty Media, o campeonato ampliou sua presença digital, investiu em produções audiovisuais e expandiu o calendário para novos mercados. O esporte também passou a explorar novas narrativas, aproximando o automobilismo de públicos que antes não acompanhavam a modalidade. Para as empresas, esse cenário representa uma oportunidade rara: associar-se a um esporte que combina inovação tecnológica, espetáculo internacional e alto valor simbólico. “A Fórmula 1 produz narrativas permanentes: rivalidades, evolução tecnológica, decisões estratégicas. Esse conteúdo pode ser explorado pelas empresas durante todo o ano”, resume Kanter. No fim das contas, a corrida mais importante da Fórmula 1 pode não acontecer apenas nas pistas. Ela acontece também no território das marcas.