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Edição de 23 de outubro de 2026

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SBT combina nomes fortes na transmissão e linguagem acessível, marca registrada da emissora

lógica também ganha forma física com a chamada Casa CazéTV, que terá edições em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. Os espaços foram pensados para levar ao ambiente presencial a experiência construída no digital, com transmissões ao vivo, estúdios abertos, áreas de convivência, shows e ativações de marca. A proposta é transformar o público em parte da cobertura, aproximando torcedores, criadores e patrocinadores em um mesmo ambiente. Com estrutura montada em locais de grande circulação — como o Parque Villa-Lobos, na capital paulista — e capacidade para milhares de pessoas por dia, o projeto funciona como um parque de experiências da Copa, conectando conteúdo, entretenimento e presença física.

A COPA EM MÚLTIPLAS TELAS Hoje, o consumo da Copa se fragmenta em tempo real entre diferentes formatos. E isso já aparece de forma clara nos dados de comportamento do público. No Brasil, 66% dos torcedores permanecem conectados enquanto assistem aos jogos, e mais da metade (54%) utiliza mais de um dispositivo ao mesmo tempo durante as partidas. Esse hábito não é periférico, é central. Uma pesquisa recente mostra que 38% do público assiste aos jogos na TV enquanto usa o celular simultaneamente, transformando a chamada “segunda tela” em parte essencial da experiência. “O evento acontece tanto no campo quanto na timeline”, resume Marcelo Paganini.

“A TELEVISÃO ABERTA CONTINUA SENDO O MEIO DE MAIOR ALCANCE NO BRASIL. A COPA MOBILIZA O PAÍS INTEIRO E DIALOGA DIRETAMENTE COM A NOSSA ESSÊNCIA”, MAURO LISSONI, DIRETOR ARTÍSTICO DO SBT

Foto: Shutterstock

das transmissões de forma natural, autêntica e relevante. É uma oportunidade inédita de ativar a Copa dentro de um contexto real de engajamento”, afirma Giamile Rossato, head de negócios da CazéTV. Nesse caso, a transmissão deixa de ser linear e se transforma em conversa. O público comenta em tempo real, interage com os apresentadores, participa da narrativa e acompanha o jogo dentro de um ambiente coletivo. A equipe da CazéTV também reflete essa proposta, reunindo apresentadores, criadores e jornalistas em uma linguagem mais próxima do público, com nomes como Casimiro, Bárbara Coelho, Fernanda Gentil e Luisinho. “O sucesso comercial da Copa na Cazé- TV demonstra o poder da plataforma em unir criadores, marcas e uma comunidade de fãs apaixonada”, afirma Aline Moda, diretora do Google Brasil. Esse modelo também se reflete no mercado publicitário. Todas as cotas de patrocínio do projeto foram vendidas antes mesmo do início do torneio, com marcas como Ambev, Itaú, Coca-Cola, Vivo, Mercado Livre e iFood. “Estamos construindo uma nova forma de viver a Copa do Mundo, conectando marcas e torcedores em um ambiente de alto engajamento”, afirma Christian Mutzig, sócio da LiveMode. Mais do que audiência, o modelo aposta em pertencimento. Durante a Copa, essa