Drenagem, pavimentação, calçadas, acessibilidade, iluminação e sinalização fazem parte do pacote.
(Imagem: Divulgação/Prefeitura de Guarujá)
O projeto do Aeroporto Civil Metropolitano de Guarujá avança com intervenções nas vias de acesso ao futuro terminal. As obras viárias envolvem investimentos estimados em R$ 33,8 milhões, enquanto a estrutura aeroportuária ainda depende de etapas regulatórias para receber operações comerciais.
A expectativa apresentada para o empreendimento é iniciar a operação em 2027, com possibilidade de atender aeronaves regionais como os modelos ATR 42 e ATR 72. O cronograma, porém, depende da conclusão das obras, da homologação da pista e de decisões das empresas aéreas.
O que está sendo construído?
As intervenções em andamento concentram-se na infraestrutura de acesso, necessária para conectar o aeroporto à malha viária da cidade e permitir a circulação de passageiros, trabalhadores e veículos de serviço. A melhoria desses acessos é uma das condições para a utilização regular do terminal.
O investimento estimado em R$ 33,8 milhões refere-se às obras mencionadas de acesso. Não deve ser confundido com o custo total de implantação e operação do aeroporto, que pode envolver outros contratos e despesas.
Quando o Aeroporto de Guarujá vai abrir?
A previsão informada para o início das atividades é 2027. Trata-se de uma expectativa de planejamento, e não de uma data de inauguração definitivamente confirmada. A pista aguarda homologação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), etapa indispensável para as operações pretendidas.
Além das autorizações, o funcionamento comercial exige instalações adequadas, procedimentos operacionais e interesse de companhias aéreas em oferecer rotas. Portanto, a conclusão das obras de acesso, isoladamente, não significa que os voos possam começar imediatamente.
Quais aviões poderão operar?
O planejamento considera aeronaves regionais como ATR 42 e ATR 72, utilizadas em rotas de curta e média distância. A capacidade varia conforme o modelo e a configuração de assentos, podendo se aproximar de 80 passageiros nas versões maiores.
A referência a esses aviões descreve a intenção do projeto e não confirma que alguma companhia aérea já tenha anunciado voos regulares para Guarujá. Destinos, frequências e preços de passagens dependerão de decisões comerciais futuras.
O que muda para a Baixada Santista?
Um aeroporto com voos comerciais regulares pode ampliar as alternativas de acesso à região, especialmente para turismo e viagens de negócios. O impacto efetivo dependerá da quantidade de rotas, dos horários e da integração com o transporte terrestre.
A localização no Guarujá também coloca em discussão a conexão com Santos e outros municípios da Baixada Santista. A facilidade de chegar ao terminal será tão importante quanto a oferta de voos para tornar a estrutura atrativa.
Quais etapas ainda faltam?
Entre os próximos pontos de acompanhamento estão a conclusão das obras viárias, a homologação da pista, a preparação das instalações e a eventual confirmação de companhias interessadas. Não há, até o momento, base para anunciar uma rota específica como contratada.
O avanço dos acessos representa uma etapa concreta do projeto, mas o início das operações comerciais continua condicionado a exigências técnicas, regulatórias e de mercado.