São Vicente alerta que tutores podem responder por animais soltos nas ruas
(Imagem: gerado por IA)
A Prefeitura de São Vicente reforçou o alerta de que tutores podem ser responsabilizados quando deixam cães e gatos soltos em vias públicas. A medida busca reduzir situações de abandono, atropelamentos, ataques e outros riscos associados à circulação de animais sem supervisão.
Deixar um animal sair sozinho de casa pode expor o próprio pet a acidentes, doenças, brigas e perda definitiva. Também pode causar problemas a terceiros, especialmente em áreas de tráfego intenso ou com grande circulação de pedestres.
Responsabilidade continua sendo do tutor
O fato de o animal estar fora de casa não elimina a responsabilidade de quem detém sua guarda. Dependendo das circunstâncias, o tutor pode responder por danos provocados pelo animal e por infrações previstas em normas municipais.
Casos de maus-tratos e abandono também podem configurar crime, com apuração pelas autoridades competentes.
Cães soltos podem provocar acidentes
Animais atravessando ruas podem causar colisões envolvendo carros, motos e bicicletas. Em vias rápidas, o risco aumenta porque motoristas têm menos tempo para reagir.
Além disso, cães assustados ou territorialistas podem perseguir pessoas ou outros animais, elevando a chance de mordidas e conflitos.
Identificação ajuda em casos de fuga
O uso de plaqueta com telefone e, quando disponível, microchip facilita a localização do responsável quando o animal foge. Portões e muros também precisam ser mantidos em boas condições para impedir saídas involuntárias.
Durante passeios, a orientação é utilizar guia adequada ao porte do animal. Em determinadas situações, o uso de focinheira pode ser exigido por legislação específica.
População pode denunciar situações de risco
Animais em situação de abandono, maus-tratos ou risco podem ser comunicados aos canais municipais responsáveis ou às forças de segurança, conforme a gravidade.
A Prefeitura recomenda que moradores evitem capturar animais agressivos sem apoio especializado, principalmente quando não conhecem o comportamento ou o estado de saúde do pet.
Posse responsável começa antes da rua
Vacinação, castração, alimentação, abrigo e acompanhamento veterinário fazem parte das obrigações básicas de cuidado. A prevenção de fugas é mais um componente da guarda responsável.
Ao manter o animal sob supervisão, o tutor protege o pet e reduz riscos para toda a comunidade.