Governo federal pretende leiloar o Aeroporto de Brasília em novembro de 2026, com modelo que inclui terminais regionais e busca atrair investimentos privados.
(Imagem: Paulo Pinto/Agência Brasil)
O governo federal planeja realizar, em novembro de 2026, o leilão do Aeroporto Internacional de Brasília. A proposta faz parte da estratégia de ampliar a participação da iniciativa privada na gestão da infraestrutura aeroportuária no país.
O terminal, administrado desde 2012 pela Inframérica, apresenta crescimento no movimento de passageiros, o que aumenta seu potencial de atratividade para investidores.
Modelo prevê concessão conjunta
A proposta em estudo prevê que o aeroporto da capital federal seja concedido em conjunto com terminais regionais. O objetivo é viabilizar investimentos também em unidades menores e ampliar a integração da malha aérea.
Esse modelo já foi adotado em rodadas anteriores de concessões, com a combinação de aeroportos mais rentáveis e outros com menor demanda.
Etapas em análise
O processo de concessão ainda passa por avaliação dos órgãos de controle. A aprovação é necessária para definição do modelo final e publicação do edital.
O contrato atual do aeroporto segue vigente, enquanto o governo discute ajustes que possam tornar a nova concessão mais sustentável do ponto de vista econômico.
Avanço das concessões
O governo federal tem ampliado o programa de concessões no setor de transportes, incluindo aeroportos, portos e outras infraestruturas logísticas. A iniciativa busca atrair investimentos privados e modernizar serviços.
O Aeroporto de Brasília é um dos principais do país em volume de passageiros, o que reforça sua relevância estratégica dentro do plano de concessões.
Impactos esperados
A expectativa é que a concessão contribua para melhorias operacionais, ampliação da capacidade e aumento da oferta de voos. O modelo também pode favorecer a expansão de rotas regionais.
O processo ainda depende das etapas regulatórias e da definição final das condições do leilão.