Seleção feminina de futebol do Brasil fará amistosos contra Costa Rica, Venezuela e México em fevereiro e março de 2026.
(Imagem: Lívia Villas Boas/CBF)
A seleção feminina brasileira de futebol deu o primeiro passo oficial para 2026. A CBF revelou os adversários dos amistosos iniciais: Costa Rica, Venezuela e México. Os confrontos ocorrem entre fevereiro e março, todos como visitante, em plena Data Fifa.
Essa agenda surge como peça central no planejamento anual. Cris Gambaré, coordenadora das seleções femininas da CBF, enfatizou o valor dos duelos. “São equipes em evolução, com estilos variados que desafiam nosso processo de maturação”, declarou ela.
Para a seleção feminina, o timing é perfeito. Após o vice olímpico em Paris 2024 e o título da Copa América 2025, o foco vira a consolidação. Arthur Elias guia o time rumo ao Mundial de 2027, que o Brasil sediará com ambições de título.
Calendário detalhado dos amistosos da seleção feminina
A sequência abre no dia 27 de fevereiro. Às 19h (horário de Brasília), o Brasil mede forças com a Costa Rica em Alajuela, no Estádio Alejandro Morera Soto. As ticas brilharam na semifinal da Concacaf W 2022, só parando nos EUA, campeões gerais.
Em 4 de março, às 15h, vem a Venezuela no Centro de Treinamento da Federação Mexicana, em Toluca. As vinotinto comandam as Eliminatórias Sul-Americanas para 2027, com placares elásticos como o 6 a 0 sobre o Peru, sinal de maturidade.
O ciclo fecha em 7 de março, às 17h, contra o México na Cidade do México. Campeãs pan-americanas em 2023 ao bater o Chile na final, as mexicanas exibem solidez tática e faro de gol em competições continentais.
- 27/02 - Costa Rica x Brasil, 19h, Alajuela
- 04/03 - Venezuela x Brasil, 15h, Toluca (México)
- 07/03 - México x Brasil, 17h, Cidade do México
Estratégia por trás da escolha dos adversários
Os rivais não foram aleatórios. A Costa Rica impõe defesa ferrenha e investidas fulminantes, lições da campanha concacaf de 2022. Seu campeonato nacional fortalece a base, gerando surpresas em torneios maiores.
Venezuela representa o salto sul-americano. Líder isolada nas Eliminatórias, beneficia-se da Liga FutveFem, que atrai talentos e eleva o nível geral. O Brasil enfrentará um time ousado, com transições letais.
México oferece o teste mais técnico. Ouro pan-americano recente prova organização e eficiência. Em duelos regionais, como contra Costa Rica, elas dominam, forçando o Brasil a ajustar posse e finalizações.
Essa tríade enriquece a seleção feminina. Diferentes propostas, compactação, velocidade, controle, simulam cenários mundiais, refinando táticas e rotação de atletas.
Arthur Elias constrói era vitoriosa na seleção feminina
Desde setembro de 2023, Arthur Elias transforma a seleção feminina. Finalista da Copa Ouro, prata em Paris e campeã da Copa América 2025, ele mescla experiência com juventude. “O elenco é vasto para 2027”, projeta o treinador.
Após Paris, Elias priorizou renovação. Vitórias sobre Colômbia reforçaram a base, com destaques como novas meio-campistas e atacantes velozes. Seu vínculo até o Mundial assegura continuidade.
O ano traz mais. Em abril, a FIFA Series reúne Brasil, Canadá, Zâmbia e Coreia do Sul. No Brasil, 712 jogos femininos em 2026 marcam 26% de alta ante 2025, com Série A1 profissionalizada a partir de 2027.
CBF investe pesado: análises de vídeo, transmissões amplas e contratos federais. Clubes como Corinthians e Grêmio alimentam o talento, ampliando opções para Elias.
Copa do Mundo 2027 acelera crescimento do futebol feminino
Sede do Mundial com 32 times, o Brasil acelera parcerias com a Fifa. Temas como logística e arenas avançam em reuniões técnicas, prometendo legado duradouro.
Os amistosos inauguram a caminhada. A seleção feminina avalia entrosamento, testa promessas e ajusta físico para a maratona. Convocações circulam com expectativa de surpresas.
O movimento nacional explode. Ligas estaduais e torneios de base multiplicam oportunidades, enquanto ídolas inspiram gerações. Arthur Elias tem elenco para sonhar alto em casa.
Costa Rica, Venezuela e México não são obstáculos comuns. São espelhos para aperfeiçoamento rumo ao hexa. A Amarelinha veste a camisa com fome de história.