Descubra o calendário do Bolsa Família para janeiro de 2026.
(Imagem: Roberta Aline/MDS)
O Bolsa Família entra em 2026 com novidades que beneficiam milhões de famílias brasileiras. O Governo Federal divulgou o calendário oficial de pagamentos, que inicia na próxima segunda-feira, dia 19 de janeiro, para quem tem NIS finalizado em 1. Os repasses seguem escalonados até o dia 30, garantindo organização e segurança no acesso ao benefício.
O valor básico do programa é de R$ 600 por família, mas pode ser turbinado com adicionais que elevam o montante para até R$ 900 em casos específicos. Esses extras são calculados conforme a composição familiar, priorizando proteção a crianças, gestantes e adolescentes. Milhões de lares já se preparam para movimentar o dinheiro via Pix ou Caixa Tem.
Calendário de pagamento de janeiro
Para saber a data exata do seu pagamento, basta conferir o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) no cartão do Bolsa Família. Os depósitos ocorrem nos últimos dias úteis do mês, exceto em dezembro, que tem antecipação natalina. Em áreas de calamidade, o pagamento é unificado no primeiro dia.
- Final 1: 19 de janeiro
- Final 2: 20 de janeiro
- Final 3: 21 de janeiro
- Final 4: 22 de janeiro
- Final 5: 23 de janeiro
- Final 6: 26 de janeiro
- Final 7: 27 de janeiro
- Final 8: 28 de janeiro
- Final 9: 29 de janeiro
- Final 0: 30 de janeiro
Essa estrutura facilita o planejamento financeiro das famílias, permitindo saques sem taxas em lotéricas, caixas eletrônicos ou uso pelo app Caixa Tem. O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social reforça que o calendário abrange todo o ano de 2026.
Benefícios adicionais que turbinam o valor
O grande atrativo do Bolsa Família são os complementos que personalizam o repasse. O Benefício de Renda de Cidadania (BRC) garante R$ 142 por integrante, enquanto o Benefício Complementar (BCO) assegura no mínimo R$ 600 por domicílio. Famílias com crianças pequenas recebem mais para investir em nutrição e desenvolvimento.
- Benefício Primeira Infância (BPI): R$ 150 extras por criança de até 6 anos incompletos, essencial para a primeira infância.
- Benefício Variável Familiar (BVF): R$ 50 adicionais para gestantes, nutrizes e jovens de 7 a 18 anos incompletos.
Com esses acréscimos, uma família numerosa pode ultrapassar facilmente os R$ 900 mensais. O programa atende cerca de 19 milhões de lares, com investimento bilionário do Governo Federal em proteção social. A média repassada fica em torno de R$ 683, variando por composição familiar.
Regras e dicas para manter o benefício
Para continuar recebendo o Bolsa Família, é obrigatório cumprir condicionalidades como frequência escolar mínima de 60% para crianças e 75% para adolescentes, além de vacinação e pré-natal em dia. O CadÚnico deve ser atualizado a cada 24 meses no CRAS mais próximo, evitando bloqueios ou cancelamentos.
A Regra de Proteção permite que famílias com aumento de renda fiquem no programa por até 12 meses, recebendo 50% do valor, facilitando a transição para o mercado de trabalho. Em caso de dúvidas, ligue para o Disque Social 121 ou Caixa 111. Apps oficiais ajudam a consultar saldos e datas.
O programa não só transfere renda, mas fortalece o combate à pobreza intergeracional, promovendo educação e saúde. Em 2026, com o calendário já disponível, beneficiários podem planejar melhor o ano. Fique atento às datas de janeiro e atualize seus dados para garantir o repasse turbinado.
Impacto e números do programa
O Bolsa Família impacta diretamente a economia local, injetando bilhões em consumo básico. Em novembro de 2025, por exemplo, R$ 12,69 bilhões foram repassados a 18,65 milhões de famílias, com média de R$ 683. Para janeiro de 2026, espera-se expansão com novas inclusões via CadÚnico.
Benefícios como o Variável Familiar Criança atendem milhões de jovens, enquanto o Primeira Infância foca na nutrição infantil. O Governo enfatiza que o programa é porta de entrada para direitos sociais, ajudando a romper ciclos de vulnerabilidade em todo o Brasil.