A Polícia Militar apreendeu dois simulacros de arma de fogo após uma ocorrência de ameaça em uma adega em Itanhaém.
(Imagem: Divulgação/PM)
A Polícia Militar apreendeu dois simulacros de arma de fogo após uma ocorrência de ameaça em uma adega no Jardim Laranjeiras, em Itanhaém. O caso ocorreu na quinta-feira (17) e foi encaminhado ao Distrito Policial.
Segundo o relato apresentado à PM, vítimas disseram que um homem teria feito comentários considerados constrangedores sobre uma delas. Depois de ser repreendido, ele teria exibido dois objetos semelhantes a armas para intimidar o grupo.
Suspeito foi localizado em casa
Com apoio de outras equipes, os policiais localizaram o homem em sua residência. Durante a averiguação, encontraram no quintal um simulacro de revólver prateado e outro de pistola preta.
Simulacros não são armas de fogo reais, mas reproduzem aparência e formato de armamentos e podem ser usados para intimidação ou em crimes patrimoniais.
Objetos foram apreendidos
Os dois simulacros foram recolhidos e levados para a delegacia junto com os envolvidos. O material poderá integrar a apuração sobre o contexto da ameaça e sobre a forma como foi exibido.
A simples posse de um simulacro não deve ser confundida automaticamente com porte ilegal de arma de fogo, já que a classificação jurídica depende das circunstâncias concretas e de eventual uso na prática de outro delito.
Todos prestaram depoimento
As pessoas envolvidas foram encaminhadas ao Distrito Policial, onde prestaram depoimento. O delegado registrou a ocorrência e, após os procedimentos iniciais, todos foram liberados.
A liberação não significa encerramento definitivo do caso. A Polícia Civil pode prosseguir com diligências, analisar depoimentos e avaliar eventual responsabilização conforme os fatos apurados.
Ameaças devem ser comunicadas
Em situações de ameaça com objeto que pareça uma arma, a orientação é evitar confronto direto e acionar a Polícia Militar pelo 190. Mesmo quando o objeto posteriormente se revela um simulacro, a vítima não tem como saber disso no momento da ocorrência.
Vídeos, mensagens, testemunhas e outras evidências podem auxiliar a investigação e devem ser preservados sempre que possível.