Joyce Corrêa da Silva, 19, e Raphael Canuto Costa, 21, foram mortos após serem atropelados pela namorada de Raphael no bairro do Campo Limpo, em SP.
(Imagem: Reprodução/Redes Sociais)
Geovanna Proque da Silva, de 21 anos, não conteve a raiva ao ver o namorado Raphael Canuto Costa, também de 21, saindo de moto com a amiga Joyce Correa da Silva, de 19, após um churrasco no Campo Limpo, zona sul de São Paulo.
A briga explodiu por ciúmes intensos, com Geovanna enviando mensagens de ameaça como "ou resolve, ou eu resolvo" antes de iniciar uma perseguição alucinante de cerca de 500 metros pela rua Professor Leitão da Cunha, na madrugada deste domingo.
Testemunhas relataram que a tensão cresceu na adega, onde o trio havia se encontrado, transformando uma noite comum em cena de terror para a vizinhança do Campo Limpo zona sul.
Atropelamento violento e fatal
Dirigindo um Citroën C4 Cactus, Geovanna acelerou propositalmente contra a moto, colidindo em alta velocidade e arremessando Raphael Canuto Costa e Joyce Correa da Silva a impressionantes 30 metros de distância; o Samu e Bombeiros confirmaram as mortes no local.
Um pedestre de 27 anos, atingido na cabeça por estilhaços da colisão, precisou de pontos no hospital, mas recebeu alta; dois carros estacionados na rua também foram destruídos, ampliando o caos na via movimentada do Campo Limpo SP.
Imagens de câmeras de segurança capturaram o momento exato do atropelamento por ciúmes, mostrando a perseguição implacável que chocou a comunidade e viralizou nas redes sociais.
Prisão em flagrante e revoltas locais
Após o crime brutal, Geovanna tentou fugir mas passou mal com cortes no pescoço e pulsos, sendo detida pela PM a poucos metros; populares quase lincharam a suspeita, que gritou para amigas: "Vai socorrer seu amigo e a vagabunda que eu acabei de matar".
Levada ao hospital alegando overdose de antidepressivos e apresentando sonolência, ela foi autuada no 37º DP Campo Limpo, com prisão convertida em preventiva; exames toxicológicos foram requisitados para esclarecer o estado dela no momento do perseguição atropelamento morte.
O caso de mulher persegue atropela, mata namorado reacende debates sobre violência doméstica zona sul São Paulo, com autoridades investigando mensagens prévias como prova de intenção premeditada.