Consumidores encontram preços mais baixos em itens essenciais para a ceia de Páscoa em 2026.
(Imagem: gerado por IA)
Alívio no bolso: Ceia de Páscoa registra queda nos preços
A celebração da Páscoa em 2026 promete ser mais leve para o orçamento das famílias brasileiras. Pelo segundo ano consecutivo, o custo dos produtos típicos da época registrou uma redução significativa. De acordo com o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, a cesta de alimentos caiu 5,73% nos últimos 12 meses, consolidando uma tendência de deflação no setor após o recuo de 6,77% observado em 2025.
O que subiu e o que caiu?
Embora a média geral tenha caído, o consumidor deve ficar atento às variações. Itens indispensáveis como arroz (-26,11%), azeite (-23,20%) e ovos de galinha (-14,56%) foram os grandes responsáveis por puxar a inflação para baixo. Por outro lado, os tradicionais bombons e chocolates subiram 16,71%, enquanto o bacalhau teve alta de 9,9%, superando a inflação geral medida pelo IPC-10, que ficou em 3,18%.
O desafio da indústria e o mercado de chocolates
Apesar da queda no preço do cacau no mercado internacional, o repasse para o consumidor final em produtos industrializados costuma ser mais lento. A Abicab destaca que fatores como logística, custo do frete e energia também influenciam o preço final. Para este ano, o setor investiu em diversidade, com mais de 800 itens disponíveis nas prateleiras para atender a todas as faixas de consumo.
Otimismo nas compras e geração de empregos
A pesquisa do Instituto Locomotiva aponta que 90% dos brasileiros pretendem ir às compras nesta Páscoa. Esse movimento aquece a economia e gera oportunidades: a indústria estima a criação de 14,6 mil vagas temporárias, um aumento de 50% em relação ao ano anterior, reforçando o cenário de estabilidade econômica e confiança do consumidor.