Regra para uso de guarda-sol nas praias do Brasil vigora no verão 2026.
(Imagem: Reprodução/Internet)
Uma nova regra sobre o uso de guarda-sol nas praias brasileiras entrou em vigor neste verão 2026, visando maior segurança e fluidez na faixa de areia. A medida, adotada em diversas cidades litorâneas, proíbe estruturas excessivas que obstruam o acesso ou gerem riscos. Multas podem chegar a R$ 1.000 em situações graves.
A fiscalização já começou em pontos turísticos movimentados. O objetivo é prevenir acidentes com ventos fortes e garantir espaço para salva-vidas e banhistas. Banhistas particulares podem usar seus equipamentos, mas com restrições de tamanho.
Limites para guarda-sol particular
Para itens pessoais, o diâmetro máximo permitido é de 3 metros em municípios como Ubatuba, no litoral paulista. Tendas só valem para eventos autorizados pela prefeitura. Estruturas maiores ou fixas estão vetadas para evitar obstruções.
A norma surgiu de discussões em 2025, com sanção em maio daquele ano. Agora, no pico do verão, guardas municipais intensificam rondas. Advertência é o primeiro passo, seguida de retirada imediata do objeto.
- Guarda-sol até 3m de diâmetro para uso pessoal.
- Tendas permitidas só com autorização prévia.
- Proibição de instalação antecipada na areia.
- Multa de até R$ 1.000 por infração grave.
Regras para ambulantes e comerciantes
Ambulantes enfrentam limites rígidos no número de guarda-sol e cadeiras. Em Salvador, por exemplo, até 20 kits por comerciante, com espaço mínimo de 2,5m entre eles. Em Natal, de 4 a 12 unidades por vendedor.
Cobrança por aluguel é permitida se o preço for claro, mas consumação mínima está proibida em várias cidades. Reserva de áreas exclusivas também é vetada, preservando o caráter público da praia. Infrações levam a apreensão e suspensão de licenças.
- Máximo de 20 guarda-sol em Salvador.
- Até 40 em algumas praias do Nordeste.
- Proibição de estruturas ociosas na areia.
- Multas de R$ 250 a R$ 5.000 por reincidência.
Impacto nas principais praias
Em Ubatuba e região, a lei organiza o fluxo em alta temporada. Florianópolis limita diâmetro a 2m em Balneário Camboriú e proíbe bloqueios. No Rio Grande do Norte, foco em ambulantes com até 12 unidades.
Banhistas relatam mais conforto com menos aglomeração de equipamentos. Salva-vidas destacam redução de riscos em emergências. A tendência se espalha por 60 praias monitoradas, segundo levantamentos recentes.
Cidades como Ilhabela exigem autorização para mesas e cadeiras comerciais. No Sul, remoção forçada e demolição de fixes irregulares. O Código de Defesa do Consumidor respalda práticas transparentes.
Consequências e fiscalizações
Primeira infração rende advertência; reincidência, apreensão e multa. Em casos extremos, cassação de alvará. Guardas usam rondas diárias das 7h às 17h em pontos quentes.
A regra equilibra turismo e preservação. Turistas devem checar normas locais via prefeituras. Com o verão em pleno vapor, o cumprimento voluntário evita transtornos.
Especialistas veem na medida um passo para praias mais democráticas. Dados de 2025 mostram queda em acidentes relacionados a estruturas. A vigência plena ocorre agora em janeiro de 2026.